Alerta vermelho na economia! Inadimplência dispara e afeta 81,7 milhões de brasileiros em 2026. Dívidas sobem e apertam o bolso da população. Saiba mais!
Um estudo inédito da Serasa Experian revela um cenário preocupante para a economia brasileira: a inadimplência atingiu 81,7 milhões de brasileiros em fevereiro de 2026. Esse número representa um aumento de 38% em comparação com fevereiro de 2016, quando a inadimplência era de 59 milhões de pessoas.
O valor médio das dívidas por pessoa também subiu, passando de R$ 5.880,02 em 2016 para R$ 6.598,13 em 2026, indicando um aumento de 12,2%.
Apesar da queda nas taxas de juros, implementada pelo Comitê de Política Monetária (Copom), as projeções indicam que a inadimplência não deve diminuir significativamente nos próximos meses. Isso se deve a uma combinação de fatores, incluindo a correlação entre taxas de juros e inadimplência, que não é o único determinante.
A atividade econômica também desempenha um papel crucial, e o nível de atividade econômica naquele momento é um fator importante.
A economista-chefe da Serasa Experian, Camila Abdelmalack, ressalta que a situação atual é influenciada pelo alto comprometimento da renda da população. Em média, os brasileiros destinam 70,5% da sua renda para contas básicas e dívidas, deixando pouco para alimentação.
Essa realidade torna as dívidas inadimplentes menos prioritárias.
O estudo revela que 70% dos brasileiros percebem um aumento no custo de vida nos últimos 12 meses, com destaque para gastos com supermercado (31%), contas recorrentes (23%) e moradia (13%). Esses gastos básicos, que antes tinham menor relevância, agora ocupam a segunda posição entre os principais tipos de dívida.
O cartão de crédito também ganhou espaço, enquanto a dívida com telefonia diminuiu devido a renegociações.
O perfil dos inadimplentes também mudou. A maior parte da inadimplência concentra-se na base de renda, com 48% dos inadimplentes ganhando até um salário mínimo e 30% ganhando até dois salários mínimos. Além disso, as mulheres representam mais de 50% do público inadimplente, sendo responsáveis por 40% das dívidas.
A faixa etária também se transformou, com um aumento na participação de pessoas com mais de 60 anos, que estão mais inseridas no ambiente digital, mas também mais vulneráveis a fraudes.
O sistema financeiro (bancos, cartões e financeiras) é o principal responsável pela inadimplência do consumidor, com uma participação que subiu de 38% no pré-pandemia para 45% no período recente. A desaceleração na concessão de juros mais baratos pelas instituições financeiras contribui para que a população se endivide em dívidas mais caras, dificultando a reversão do cenário de inadimplência.
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