Indústria Brasileira Surpreende com Recuperação e Crescimento em Fevereiro!

Indústria brasileira surpreende com recuperação em fevereiro! Crescimento de 0,9% bate expectativas e reacende esperanças. Saiba mais!

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(Imagem de reprodução da internet).

Indústria Brasileira Mostra Recuperação em Fevereiro, Apesar de Desafios

A indústria brasileira apresentou um aumento surpreendente em fevereiro, marcando o segundo mês consecutivo de crescimento e buscando recuperar as perdas acumuladas nos meses de 2025. O avanço, de 0,9% em relação a janeiro, superou as expectativas iniciais da Reuters, que projetava um ganho de 0,7% na comparação mensal e uma queda de 1,0% no comparativo anual.

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Os dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quinta-feira (2) revelaram que, embora positivo, o resultado ainda não se compara ao pico histórico alcançado em maio de 2011, quando a produção estava 14,1% acima do nível recorde.

A recuperação veio após um dezembro com recuos de 0,1% e 2,0%, influenciado por férias coletivas e interrupções técnicas nas fábricas.

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Fatores que Impulsionaram o Crescimento

O gerente do IBGE, André Macedo, atribuiu o avanço de fevereiro a um possível processo de recomposição de estoques em diversos setores industriais. As principais contribuições positivas vieram dos setores de veículos automotores (6,6%), reboques e carrocerias, e de coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (2,5%). A categoria de bens de capital também se destacou com um aumento de 2,3%.

Outros Setores em Expansão

A produção de bens intermediários subiu 1,1% e a de bens de consumo duráveis avançou 0,9%. A categoria de bens de consumo semi e não duráveis também apresentou um crescimento de 0,7%. Apesar do cenário desafiador, com a taxa básica de juros ainda elevada, o Banco Central reduziu a Selic em 0,25 ponto percentual, para 14,75%, mas manteve a cautela diante da instabilidade geopolítica no Oriente Médio.

Analistas não preveem uma grande retomada da produção industrial em breve, devido à persistência da taxa de juros elevada e à incerteza global.

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