Inflação de 2025: Alimentos e Energia Elétricas Impulsionam o IPCA!

Inflação de 2025: Alimentos e Energia Elétricas Impactam o IPCA! 🚀 Aumento de 12,31% na energia elétrica impulsiona inflação de 4,26%. Alimentos lideram queda! 🍚 Descubra os detalhes

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(Imagem de reprodução da internet).

Inflação de 2025: Alimentos e Energia Elétricas em Destaque

Apesar de uma trégua em dezembro, a energia elétrica residencial se manteve como o principal fator inflacionário em 2025. O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou dados que apontam para um IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) impulsionado, em grande parte, por esse setor.

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A energia elétrica registrou um aumento de 12,31% no ano, impactando diretamente a inflação, que atingiu 4,26%.

“A pressão sobre o IPCA em 2025 veio principalmente das bandeiras tarifárias, mas também dos reajustes na energia elétrica”, explicou Gonçalves. Outros itens que contribuíram significativamente para a inflação incluem cursos regulares (6,54% de alta e impacto de 0,29 ponto porcentual), plano de saúde (6,42% e 0,26 ponto porcentual), aluguel residencial (6,06% e 0,22 ponto porcentual) e lanche (11,35% e 0,21 ponto porcentual).

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Em contrapartida, alguns produtos e serviços ajudaram a conter a inflação. Arroz (-26,56% e -0,20 ponto porcentual), leite longa vida (-12,87% e -0,10 ponto porcentual), aparelho telefônico (-6,27% e -0,05 ponto porcentual) e eletrodomésticos e equipamentos (-6,01% e -0,05 ponto porcentual) apresentaram reduções significativas de preços.

“Os números de 2025 mostram claramente que a inflação foi influenciada pela alimentação. Os alimentos foram os que mais contribuíram para essa taxa contida. Alimentação realmente foi o principal fator para essa taxa menor do IPCA de 2025”, declarou Gonçalves.

A alta de 2,95% no grupo Alimentação e Bebidas em 2025 foi a oitava mais branda desde a implementação do Plano Real, frisou Gonçalves. Segundo ele, a safra agrícola recorde de 2025 contribuiu para os alimentos pesarem menos no bolso das famílias e, consequentemente, na inflação.

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A melhora nos preços também pode ser explicada pela desvalorização do dólar ante o real e por uma redução nos preços de commodities.

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