Influenciadora fala sobre escândalo com Vorcaro! Ela alega ser vítima de ataques após vazamento de conversas. O que ela sabe sobre as fraudes?
A influenciadora e empresária, ex-noiva do banqueiro, fez um pronunciamento público sobre a repercussão de seu nome no escândalo que envolve o Vorcaro. Em um vídeo divulgado, ela declarou ter sido alvo de ataques após o vazamento de conversas trocadas com o ex-companheiro, classificando o ocorrido como uma exposição injusta.
“Eu fui linchada, eu fui vulgarizada, eu sofri uma violência sem tamanho, sem precedentes”, declarou a empresária. Vorcaro está sob suspeita preventiva de envolvimento em um esquema de fraudes bilionárias no mercado financeiro.
As apurações conduzidas pela Polícia Federal incluíram a quebra de sigilo telemático do banqueiro, o que resultou na interceptação e posterior divulgação de diálogos pessoais com Graeff. Sobre o conteúdo, a influenciadora afirmou não ter conhecimento das irregularidades investigadas.
Ela enfatizou que só tomou ciência dos episódios quando a imprensa divulgou as informações. “Não, eu não sabia. Não só eu não sabia, como ninguém mais sabia. Nem as pessoas daquele meio, os órgãos reguladores, os clientes. Ninguém sabia”, declarou.
A empresária também criticou veementemente o vazamento das conversas, alegando que o ato desviou o foco das investigações principais. “Sobre o vazamento ilegal de mensagens íntimas entre uma mulher e um namorado, entre uma mulher e um noivo, isso foi uma atrocidade, isso foi uma covardia.
E foi para desviar o foco de quem realmente importava”, afirmou.
O nome da influenciadora surgiu nas apurações do Congresso após a divulgação de mensagens que sugeriam a transferência de bens de alto valor por parte de Vorcaro. Entre os pontos levantados estão a criação de estruturas patrimoniais no exterior e investimentos em negócios ligados à própria influenciadora.
A defesa de Graeff argumenta que ela não possui bens decorrentes do relacionamento e que a empresária não tem conhecimento sobre estruturas financeiras em seu nome fora do país. Além disso, ela não é formalmente investigada pela Polícia Federal.
Embora tenha sido convocada a depor em comissões parlamentares, a participação de Graeff é vista como improvável por membros do colegiado, devido ao fato de ela residir nos Estados Unidos. O colegiado tem um prazo até 14 de abril para finalizar seus trabalhos.
Em seu pronunciamento, a influenciadora reforçou o sentimento de injustiça, afirmando ter sido associada ao caso sem culpa: “Eu fui arrastada por um lamaçal que não me pertence”.
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