Iniciador: A chave para os pagamentos digitais que transformaram o Brasil! Descubra como essa empresa inovadora impulsiona iFood, Open Banking e muito mais. 🚀
Poucos conhecem o Iniciador, mas ele está por trás de quase todas as compras feitas por aplicativos de delivery ou carteiras digitais no Brasil. Em quatro anos de operação, a empresa se tornou um dos principais facilitadores de transações de pagamento, atuando como uma ponte entre bancos e aplicativos, garantindo que os pagamentos sejam autorizados com segurança.
O Iniciador oferece a “fio invisível” que permite, por exemplo, que o usuário veja o saldo de um banco dentro de outro aplicativo e autorize um pagamento sem precisar abrir o app do banco.
A tecnologia do Iniciador roda nos bastidores, “convertendo” as informações entre as instituições financeiras. Essa infraestrutura é responsável por fazer com que o usuário veja o saldo de um banco dentro de outro aplicativo e autorize um pagamento sem sair da tela — como quando alguém paga um pedido no usando saldo de outra instituição, sem abrir o app do banco.
A lógica da ferramenta se repete em bancos que funcionam dentro do WhatsApp, como o iFood e outros, que usam a infraestrutura do Iniciador para buscar saldo em outras contas, movimentar dinheiro entre instituições e executar pagamentos.
Segundo o Dashboard do Open Finance Brasil, a plataforma processa mais de 158 milhões de requisições e com uma taxa de sucesso de 98%. Isso significa que, em quase todas as tentativas de pagamento iniciadas pela plataforma, 98 são concluídas sem erros — um nível de eficiência considerado alto para uma infraestrutura ainda recente.
O mercado de pagamentos no Brasil é gigantesco e está no começo, com um potencial bilionário. Em 2025, a empresa recebeu uma rodada seed de US$ 6 milhões para sustentar a expansão da operação, profissionalizar a gestão e atender clientes maiores.
O faturamento da empresa fechou o ano em R$ 10 milhões, quatro vezes mais que no ano anterior.
O Iniciador nasceu junto da regulamentação de , em 2021, e hoje é uma instituição autorizada pelo Banco Central dedicada exclusivamente a esse universo. Marcelo Martins, cofundador e CEO, já atuava na indústria de pagamentos há anos, participando de grupos de trabalho que desenharam o Pix e as regras do Open Banking.
A empresa atende iFood, adquirentes e bancos médios, oferecendo um pacote “360º” de serviços, cuidando da parte tecnológica, do suporte e do relacionamento com o ecossistema de Open Finance.
O Iniciador projeta um cenário em que, em quatro ou cinco anos, o modelo brasileiro de iniciação de pagamentos possa ser exportado, seja como tecnologia, seja como conhecimento regulatório. A empresa está acompanhando essa escala mantendo robustez, disponibilidade e segurança.
A internacionalização aparece no horizonte, mas não no curto prazo. Países como , Chile e México avançam em seus próprios arranjos de pagamentos instantâneos e de Open Banking, mas, na visão de Martins, continuam alguns anos atrás do Brasil em termos de regulação e adoção.
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