Investidores: Oportunidade Única com Juros em Queda – Dicas de Palomo e Cruz

Patricia Palomo e Catherine Cruz preveem virada no mercado financeiro! 🚀 Investidores devem agir agora, revisando estratégias com a Selic em mudança. Renda Fixa Pós-Fixada é ideal, mas com liquidez! 💰 Pré-Fixados (3-4 anos) com 13-14% são atrativos. Proteja-se da inflação com Tesouro IPCA+! 📈 Renda Variável em varejo e consumo pode se recuperar. ⚠️ Não arrisque em retornos baixos – compare com o Tesouro Direto!

3 min de leitura

(Imagem de reprodução da internet).

Oportunidades de Investimento em um Cenário de Juros em Mudança

Com a expectativa de que os investidores comecem a repensar a alocação de suas carteiras, o cenário de juros altos está próximo de mudar. Especialistas como Patricia Palomo e Catherine Cruz preveem uma virada no mercado financeiro, oferecendo oportunidades para quem agir com antecedência. “O ano que vem exige mais estratégia e menos apego ao passado recente”, afirma Palomo, ressaltando a necessidade de rever as escolhas tradicionais diante da mudança na política monetária.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Catherine Cruz enfatiza a importância de travar taxas vantajosas agora, antes que o alto desapareça devido à expectativa de queda de juros já para o ano que vem. “A ênfase é direcionar os clientes para investimentos de longo prazo que garantam um enriquecimento real”, explica Cruz.

Com a Selic em revisão, o mercado apresenta novas possibilidades para investidores que buscam otimizar seus portfólios.

LEIA TAMBÉM!

Recomendações de Renda Fixa

Renda Fixa Pós-Fixados: Para quem busca segurança e liquidez imediata, os investimentos pós-fixados continuam sendo uma excelente opção, especialmente aqueles isentos de impostos. Cruz recomenda alocar uma parte significativa da carteira nesses ativos, com prazo curto e alta liquidez, para garantir flexibilidade no momento da queda da Selic. “Investir em pós-fixados, é uma forma eficiente de aproveitar as taxas de juros ainda altas antes da queda. Além disso, a liquidez desses produtos permite que o investidor resgate o dinheiro rapidamente, o que é essencial diante de um cenário de incerteza futura”, explica Cruz.

Renda Fixa Pré-Fixados: Para aqueles que têm uma visão um pouco mais de médio prazo, entre 3 a 4 anos, os pré-fixados são uma alternativa interessante. Cruz também recomenda CDBs, como instrumentos adequados para essa estratégia. “Com a expectativa de que a Selic comece a cair em 2026, é uma boa oportunidade de travar uma taxa pré-fixada de 13% a 14% ao ano para o prazo de 3 a 4 anos. Isso oferece uma rentabilidade interessante, sem o risco de volatilidade do mercado de ações”, afirma Cruz.

Proteção contra a Inflação e Renda Variável

Inflação: A recomendação para quem busca proteção contra a inflação no longo prazo são os títulos atrelados ao IPCA, como o Tesouro IPCA+. Cruz sugere que, para quem planeja investir por um período mais longo (10 a 15 anos), esses ativos oferecem uma excelente oportunidade, especialmente se forem isentos de impostos. “O IPCA+ oferece o melhor dos dois mundos: proteção contra a inflação e uma rentabilidade real considerável. Se você está em busca de um investimento de longo prazo, busque IPCA + 7% a 7,5%, com emissões de empresas de qualidade como Suzano ou Klabin. Esses ativos historicamente oferecem um retorno superior ao CDI”, explica a especialista.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Renda Variável: Com a queda da Selic, o mercado de ações pode se recuperar, especialmente em setores como varejo, bens de consumo e serviços, que podem se beneficiar de crédito mais barato e maior renda disponível. Empresas com fluxo de caixa previsível e demanda estável passam a ser vistas como opções mais atrativas para compor carteiras diversificadas, especialmente em momentos de maior incerteza internacional.

Recomendações Finais

Ambas as especialistas alertam para um erro comum: aceitar retornos baixos em ativos arriscados. A recomendação é comparar qualquer investimento com o Tesouro Direto, referência de baixo risco. “Não vale correr mais risco por um ganho pequeno. A relação risco-retorno precisa ser vantajosa”, finaliza Catherine Cruz.

Sair da versão mobile