Inflação desacelera! IPCA de fevereiro surpreende e abre caminho para queda da Selic em 2026. Descubra as projeções e o impacto no mercado!
A sexta-feira, 27 de fevereiro, marca a divulgação do IPCA-15 de fevereiro, um indicador crucial para entender a inflação no Brasil. As análises iniciais apontam para uma desaceleração, com projeções de alta mensal próxima de 0,60%, bem abaixo dos 0,20% registrados em janeiro.
No entanto, ao analisar o acumulado em 12 meses, a expectativa recua para cerca de 3,80%, uma redução significativa em relação aos 4,50% observados anteriormente.
Essa tendência de desaceleração é impulsionada por outros índices de preços, como o IGP-M, que apresentou uma queda de 0,73% em fevereiro, após um aumento de 0,41% em janeiro. Essa reversão foi fortemente influenciada pela queda nos preços de commodities importantes, como minério de ferro, soja e café, no atacado.
Essa retração nos preços de insumos no atacado tende a aliviar a pressão sobre os preços ao consumidor final, especialmente no varejo, onde o reajuste de preços tem diminuído, impulsionado por promoções e descontos em produtos sazonais e vestuário.
A expectativa de inflação mais baixa também alimenta a esperança de uma redução mais acentuada na taxa Selic, definida pelo Banco Central. Dados recentes do Relatório Focus, divulgados pela instituição, mostram um sétimo recuo na estimativa para a inflação de 2026, medida pelo IPCA, agora projetada em 3,91%.
Essa projeção é inferior à estimativa de 4,06% da primeira edição do Focus para 2026. Consequentemente, as expectativas para a taxa Selic no final de 2026 também estão sendo revisadas, com a mediana das projeções indicando uma taxa de 12,13%, em comparação com os 12,25% que vigoraram por grande parte do ano.
O mercado financeiro também está atento a esses sinais. Os contratos futuros dos principais índices americanos e as cotas do ETF EWZ iShares MSCI Brazil, negociados em Wall Street, apresentam uma leve baixa no pré-mercado, refletindo um sentimento ainda cauteloso em relação ao setor de tecnologia.
Os dados do IPCA-15 e outros indicadores econômicos, como o Índice de Preços ao Produtor (PPI) nos Estados Unidos, também são monitorados de perto.
Os dados do PPI nos EUA, com expectativas de crescimento de 0,3% e uma inflação de núcleo da produção também projetada em 0,3%, reforçam a perspectiva de uma desaceleração da inflação global, o que pode influenciar ainda mais as expectativas para a taxa Selic no Brasil.
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