Ibovespa em queda e alta: crise no Oriente Médio e declarações iranianas abalam mercado! 🚀 Aumento no preço do petróleo e tensão global impactam B3. Saiba mais!
A sessão de negociações desta quarta-feira, 11 de 2026, no Ibovespa, apresentou um cenário de instabilidade, com a variação do principal índice acionário da B3 oscilando em torno da estabilidade. A volatilidade dos preços do petróleo, impulsionada por incertezas relacionadas à guerra no Oriente Médio, exerceu pressão sobre o mercado, levando a um movimento inicial de alta de 0,32%, com o Ibovespa registrando 184.108 pontos.
Apesar da retomada, algumas ações de grandes bancos e a Vale (VALE3) apresentaram recuo, o que contribuiu para a pressão sobre a referência acionária. Em contrapartida, papéis da Petrobras (PETR3 e PETR4) se destacaram com avanços superiores a 1%, impulsionados pelo aumento do preço do petróleo, o que ajudou a manter o Ibovespa em território positivo.
A situação global foi marcada por declarações controversas de autoridades iranianas, que expressaram a determinação de impedir o trânsito de petróleo para os Estados Unidos e seus aliados, elevando as expectativas de preços futuros.
O porta-voz do quartel-general do comando militar de Khatam al-Anbiya, em Teerã, afirmou que após a ofensiva dos Estados Unidos e Israel contra o país, os EUA não teriam capacidade de controlar os preços do petróleo. Ebrahim Zolfaqari declarou que o Irã não permitiria que um litro de petróleo chegasse aos EUA ou a seus parceiros, considerando embarcações e petroleiros com destino a esses países como alvos legítimos.
Além disso, Zolfaqari projetou um possível preço de US$200 para o barril de petróleo, atribuindo essa expectativa à instabilidade regional causada pelas ações dos EUA.
As declarações geraram uma reação imediata no mercado de petróleo, com o Brent, referência global, subindo para US$ 92,12 por barril e o WTI, utilizado nos EUA, avançando 5,34% a US$ 87,95. Essa escalada nos preços do petróleo impactou diretamente as bolsas de valores em todo o mundo.
O Brent caiu 11,27% na véspera, cotado a US$ 87,80 por barril, e o WTI recuou 11,94%, a US$ 83,45.
Além do cenário do petróleo, os investidores também acompanharam de perto os dados econômicos divulgados no Brasil e nos Estados Unidos. O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) anunciou que o volume de vendas do varejo brasileiro cresceu 2,8% em janeiro, após uma alta de 1,6% em 2025.
Esse avanço, superior às expectativas, refletiu uma recomposição de perdas acumuladas nos meses anteriores, conforme avaliou André Valério, economista sênior do Inter. Valério destacou a dependência do setor em relação ao consumo essencial, como supermercados e farmácias, que representam a maior parte do crescimento do varejo nos últimos 12 meses.
Valério ressaltou que o desempenho do varejo sensível ao crédito ainda é negativo, com uma queda de 0,4% nos últimos 12 meses, enquanto o varejo mais sensível à renda apresenta um crescimento de 1,6%, impulsionado pelo bom desempenho do mercado de trabalho.
Essa dinâmica pressionou os juros futuros, que avançaram em resposta aos dados, podendo impactar negativamente as ações de empresas ligadas à economia cíclica, que já haviam apresentado sinais de retração. O foco também se voltou para o índice de preços ao consumidor (CPI) dos Estados Unidos, que subiu 0,3% em fevereiro, acelerando em relação a janeiro.
As principais Bolsas da Ásia fecharam em alta, com destaque para Seul e Tóquio. No entanto, as Bolsas da Europa e dos EUA registraram quedas, refletindo as preocupações com a alta dos preços do petróleo. O índice Euro STOXX 600, referência na União Europeia, caiu 0,94%, enquanto o S&P 500 e o Dow Jones apresentaram quedas de 0,13% e 0,28%, respectivamente.
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