Irã lança ataque em Teerã e intensifica crise no Oriente Médio! Explosões e ameaças de Trump abalam a região. Saiba mais.
A terça-feira (31) foi marcada por uma escalada de tensões no Oriente Médio, com o Irã lançando uma série de mísseis contra países da região e sua capital, Teerã, sofrendo explosões. A ação ocorre em meio a ameaças de Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, que prometeu destruir pontos estratégicos do Irã, incluindo seu principal centro de exportação de petróleo e instalações de dessalinização de água.
A situação, que já dura mais de um mês, tem impactos significativos na economia global.
O Exército israelense confirmou ter interceptado mísseis lançados pelo Irã. A imprensa iraniana relatou novas explosões em Teerã, que causaram apagões em diversas áreas da capital. Israel, por sua vez, alertou moradores da zona oeste da cidade sobre um ataque iminente a “infraestrutura militar” na região, e a imprensa iraniana confirmou que “locais militares” no centro do país foram atingidos.
A complexidade da situação se intensificou com o lançamento de uma nova onda de mísseis do Irã contra seus vizinhos do Golfo, acusados de servir de base para ataques americanos.
Os ataques iranianos provocaram incidentes em Dubai e na Arábia Saudita. Em Dubai, quatro pessoas ficaram feridas na queda de destroços de projéteis interceptados, e um ataque resultou em um incêndio em um navio-tanque kuwaitiano no porto. Na Arábia Saudita, autoridades informaram ter interceptado oito mísseis balísticos, após uma exigência iraniana de que Riade “expulse as forças americanas”.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, intensificou suas ameaças, alertando o Irã que, em caso de recusa em encerrar o conflito, “destruiria completamente” a ilha de Kharg e arrasaria as usinas geradoras de eletricidade e poços de petróleo.
Apesar das tensões, Trump afirmou estar disposto a encerrar a guerra mesmo sem um acordo para reabrir o Estreito de Ormuz, crucial para o trânsito de combustíveis. A comissão do Parlamento iraniano aprovou a cobrança de pedágios para navios que atravessam o Estreito de Ormuz, medida que foi repudiada pelos Estados Unidos.
O secretário de Estado Marco Rubio declarou que “ninguém no mundo poderia aceitar isso”. Netanyahu, por sua vez, afirmou que as Forças Armadas de Israel alcançaram objetivos cruciais, como “eliminar” instalações industriais iranianas, e que estão “perto de acabar com a indústria armamentista” do país.
O presidente do Egito, Abdel Fatah al-Sisi, fez um apelo a Trump para que termine o conflito rapidamente.
Apesar do cenário de incerteza, a vida em Teerã tenta seguir seu curso. “Quando sento a uma mesa do café, ainda que por alguns minutos, quase consigo acreditar que o mundo não acabou”, comenta Fatemeh, uma assistente de uma clínica odontológica de 27 anos.
A cidade, marcada pela presença das forças de segurança, demonstra resiliência diante da guerra. Em outra frente, Israel bombardeou o Líbano, incluindo o centro de Beirute, para atacar o Hezbollah, que lançou projéteis contra Israel em retaliação pela morte do líder supremo iraniano, Ali Khamenei.
A ONU informou sobre a morte de dois soldados indonésios em um incidente no Líbano.
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