Israel utiliza o domo de ferro e o raio de ferro em seu sistema de defesa

Defesas protegem o país contra ataques aéreos; uma forma de proteção que antes era vista apenas em filmes de ficção científica.

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(Imagem de reprodução da internet).

O governo de Israel empregou o sistema Iron Beam (raio de ferro, em português) pela primeira vez no conflito contra o Irã. As informações são da agência russa Tass. Além do raio, o país também possui outro sistema de defesa: o Iron Dome (domo de ferro, em português), que já é utilizado desde 2011.

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Os dois sistemas possuem uma única função: interceptar e destruir mísseis balísticos e ameaças aéreas do inimigo. Os modelos de defesa, contudo, são distintos.

O Domo de Ferro é um sistema de defesa que Israel emprega desde 2011, após a primeira interceptação bem-sucedida.

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O mecanismo em si não é uma barreira física ou com tecnologias que estabelecem uma espécie de domínio físico.

O sistema constitui um conjunto de armas anti míssil que, somando o alcance de cada uma, abrange uma área semelhante a uma cúpula ou um domo.

Este sistema de defesa opera por meio da interceptação de mísseis utilizando armas antiaéreas – com um alcance de 70 km, um modelo de radar que detecta e rastreia ameaças, e um computador que analisa as informações e determina quais alvos devem ser atacados. Diversas empresas israelenses desenvolvem cada um dos componentes.

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O domo de ferro opera com baterias, equipamentos transportáveis e montáveis em diversos locais.

O raio de ferro possui 5 componentes principais:

O sistema de laser emprega espelhos que direcionam a luz a um único feixe. A tecnologia de reflexão e resfriamento impede que o espelho derreta devido aos raios.

O radar identifica a ameaça, a inteligência artificial determina se o feixe de ferro é a resposta mais adequada para a interceptação. Se for uma ameaça a uma distância muito grande, o sistema envia uma orientação para que os mísseis do Domo de Ferro possam neutralizá-la.

Apesar de ser mais preciso e econômico, o Raio de Ferro israelense apresenta algumas limitações práticas e técnicas.

O primeiro problema é a emissão do raio, que pode ser prejudicado por condições climáticas. Uma névoa, por exemplo, pode afetar a precisão do equipamento.

Outro problema técnico é o tempo de ação do raio.

O laser intercepta e destrói um alvo, utilizando uma potência de 100 kW que atinge o míssil inimigo e o explode. A limitação do sistema é que leva alguns segundos para neutralizar a ameaça.

Em um cenário de guerra com centenas de mísseis, uma unidade do raio não é suficiente para interromper o ataque inimigo.

Essa deficiência poderia ser sanada com a adição de mais unidades do laser, cujo custo para a construção desse sistema não foi especificado.

Vários filmes de ficção científica já mencionaram armas de laser e dispositivos parecidos com o Rajarishi de Israel.

Os personagens mais emblemáticos nesse contexto são os da franquia “Star Wars”, que apresenta diversos dispositivos, como o sabre de luz e as naves espaciais, que operam com base em lasers de alta potência.

Personagens da franquia “Transformers” e “Homem de Ferro” também utilizam armas que emitem feixes. Esses e outros casos são semelhantes ao raio de ferro empregado pelo governo israelense.

A tecnologia israelense ainda não foi concluída, e começou a ser empregada precocemente, considerando que o emprego do feixe estava previsto para outubro de 2025, porém foi adiantado pelo conflito com o Irã.

Fonte por: Poder 360

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