Petrobras e Vale lideram recompras na B3! 🚀 Itaú e Suzano anunciam programas bilionários em fevereiro de 2026. Crise no Irã impacta mercado, mas empresas buscam valor. Saiba mais!
O primeiro trimestre de 2026 confirmou uma dinâmica observada nos últimos anos no mercado de ações brasileiro, com diversas empresas optando pela recompras de suas próprias ações. Essa estratégia, que ganhou força em diferentes setores, como celulose e finanças, demonstra uma busca por valor e otimização do capital das empresas.
O ritmo de recompras se manteve ativo, mesmo com a instabilidade econômica e o aumento da volatilidade do mercado, incluindo o impacto da crise geopolítica envolvendo o Irã. Grandes corporações anunciaram programas robustos de recompra, indicando que os preços das ações podem não refletir totalmente o valor intrínseco de seus ativos.
Essa prática também serve como uma forma de devolver o excesso de caixa aos acionistas, aumentando o valor para quem já investe na empresa.
Um dos anúncios mais significativos foi a aprovação por parte do Itaú Unibanco de um novo programa para adquirir até 200 milhões de ações preferenciais, em 4 de fevereiro. Paralelamente, a Suzano aprovou a recompra de até 40 milhões de ações ordinárias em 10 de fevereiro.
A decisão da Suzano, ao cancelar ações ou mantê-las em tesouraria, visa aumentar a rentabilidade futura para os investidores que permanecem na carteira da empresa.
No setor de tecnologia, a Telefônica Brasil adotou uma abordagem híbrida, encerrando a recompra de ações e lançando um novo programa para adquirir até 42,8 milhões de papéis. A holding Simpar, por outro lado, optou por uma estratégia que inclui o uso de instrumentos derivativos para aumentar sua exposição às ações de sua holding e de suas controladas, como Movida, Vamos e JSL, aproveitando o cenário macroeconômico favorável.
O movimento de recompras, impulsionado por empresas como Petrobras e Vale, representa uma parcela significativa do mercado. De acordo com um relatório do Itaú BBA, em fevereiro, R$ 102,1 bilhões estavam em programas de recompra abertos na B3, com R$ 90,3 bilhões ainda não executados.
Em janeiro, as empresas desembolsaram R$ 1,2 bilhão para adquirir suas próprias ações, indicando uma busca por oportunidades de preço.
O setor de energia lidera o “yield” de recompra, com uma taxa de 7,5%, seguido pelo setor financeiro, com destaque para Itaú e Bradesco. A recompra de ações, nesse contexto, se torna uma alternativa ao dividendo tradicional, elevando o lucro por ação e beneficiando os investidores que mantêm seus ativos na carteira.
Enquanto alguns programas são iniciados, outros alcançam sua conclusão. A Embraer anunciou a finalização da recompra de 10,9 milhões de ações ordinárias em março, enquanto a Estácio encerrou um programa que resultou na aquisição de 24,8 milhões de ações desde o início de 2025.
A Renner, do setor de varejo, também finalizou seu ciclo de recompras, adquirindo 7,3 milhões de ações a um custo médio de R$ 19,95.
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