Empresa fundada por Jeff Bezos iniciou suas atividades com a venda de livros e atualmente lidera os setores de varejo, nuvem e streaming.
Uma garagem em Bellevue, Washington, marcou o início de uma das maiores transformações corporativas do mundo. Foi nesse local que Jeff Bezos fundou a Amazon, inicialmente com a proposta de ser uma livraria online.
Atualmente, a empresa possui uma avaliação impressionante de US$ 2,36 trilhões (cerca de R$ 13,14 trilhões na cotação atual), com presença global e atuação em diversos setores, dominando os mercados de e-commerce e tecnologia.
A rápida expansão da Amazon não foi um acaso. Bezos optou por livros como primeiro produto devido à facilidade de estocagem e à ampla variedade. Desde o início, o fundador tinha grandes ambições.
O nome da empresa foi inspirado no Rio Amazonas, que simboliza grandeza e diversidade, características que ele desejava refletir em seu modelo de negócios. Em menos de um ano, a Amazon já enviava pedidos para todos os 50 estados dos EUA e mais de 45 países.
Pouco tempo após sua fundação, a empresa abriu capital na Nasdaq, levantando US$ 54 milhões com ações inicialmente precificadas a US$ 18.
Diferente da maioria das empresas que buscam lucro imediato, Bezos tomou a ousada decisão de reinvestir todos os ganhos para sustentar um crescimento agressivo. Durante anos, a Amazon operou no vermelho, enquanto expandia armazéns e desenvolvia uma rede logística robusta.
O primeiro lucro anual só foi registrado quase uma década após a fundação da empresa.
Atualmente, a Amazon é sinônimo de eficiência logística e alcance global. Seu catálogo conta com mais de 350 milhões de produtos e 321 milhões de usuários ativos, sendo 230 milhões apenas nos Estados Unidos. No país, a empresa lidera com 40% de participação no e-commerce, movimentando cerca de US$ 700 bilhões anualmente.
No Brasil, a operação teve início em 2012 e já representa cerca de 10% do mercado de e-commerce, ficando atrás apenas do Mercado Livre. Projeções da ABComm indicam que o faturamento local deve alcançar R$ 70 bilhões em 2025, impulsionado pela diversificação de categorias e por um consumidor cada vez mais exigente.
Outro motor financeiro importante da Amazon é o Prime, programa de fidelidade lançado em 2005, que hoje oferece muito mais do que entregas rápidas. Combinando frete gratuito, streaming de vídeo, música e outros serviços, o Prime deve atingir 350 milhões de assinantes globais em 2025, sendo 131 milhões nos EUA.
De acordo com o JPMorgan, um aumento de US$ 20 na assinatura anual nos Estados Unidos poderia gerar US$ 3 bilhões em receita líquida adicional por ano a partir de 2026, sem impacto significativo nas taxas de adesão, refletindo a força do ecossistema da Amazon.
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