Jim Fish, CEO da Waste Management, revela estratégia ousada! Acompanhando motoristas em condições extremas, ele impulsiona a segurança e a eficiência da gigante americana. Descubra como a empresa redefine o sucesso!
Jim Fish, CEO da Waste Management, uma das maiores empresas de coleta e reciclagem dos Estados Unidos e Canadá, com um valor de mercado estimado em US$ 90 bilhões, acredita que o sucesso de uma empresa vai muito além de números. Após duas décadas na companhia, aos 63 anos, ele mantém uma rotina incomum, participando de reuniões de segurança às 1h da manhã e visitando mais de 20 unidades por ano, acompanhando diretamente os motoristas nas rotas de coleta. “Eu sei que meu título é importante, mas não sou mais importante do que ninguém nesta empresa”, declarou.
A Waste Management tem uma diretriz clara: reduzir sua taxa total de lesões registráveis (TRIR) em 3% ao ano, com meta de atingir 2,0 até 2030. Em 2024, a empresa já havia apresentado uma redução de 5,8% nas lesões gerais e 2,4% nas lesões com afastamento do trabalho, conforme seu relatório de sustentabilidade.
Para Jim Fish, investir em segurança não é apenas uma questão de responsabilidade, mas uma alavanca de valor consistente, que, embora não gere retorno imediato, eventualmente se refletirá nos resultados financeiros da empresa.
A rotina incomum de Fish se baseia em um aprendizado prático. Ele relata que, ao acompanhar os motoristas nas rotas de coleta, percebeu que problemas operacionais que pareciam apenas variações estatísticas no escritório, se tornavam evidentes quando ele estava no campo.
Um exemplo marcante foi a queda de produtividade em Boston durante o inverno. “Só entendi de verdade quando saí às ruas congeladas e vi as latas de lixo presas no gelo”, disse. Esse tipo de aprendizado prático tem implicações diretas na eficiência operacional e na alocação de recursos, pilares essenciais na gestão de uma empresa de grande porte.
Outro caso emblemático foi em Rhode Island, onde 95% dos motoristas da operação residencial eram porto-riquenhos ou dominicanos. Os resultados de segurança eram considerados ruins. Ao visitar o local, Fish notou que a comunicação era feita em inglês, com tradução improvisada por outro funcionário.
A solução foi promover um colaborador bilíngue a gerente. O impacto foi imediato: os índices de segurança melhoraram significativamente. “Nada mais se perdia na tradução”, afirmou. Esse gesto também quebrou uma barreira simbólica: a ideia de que só “um cara branco como o Jim” poderia ser líder.
O novo gerente se destacou e rapidamente ascendeu na hierarquia da empresa, de motorista a gerente sênior de distrito, até falecer tragicamente de um ataque cardíaco. Para Fish, esse exemplo resume a importância de promover líderes que representem a base da força de trabalho.
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