Jonas Almeida, um nome conhecido no mundo da televisão, compartilha sua jornada de recuperação após um diagnóstico desafiador: câncer de pulmão. Ex-apresentador da Rede Vanguarda, que atuava como afiliada da TV Globo, ele detalha os obstáculos enfrentados durante o tratamento e a cirurgia delicada que passou.
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Impactos na Audição
Um dos primeiros e mais preocupantes efeitos colaterais que Jonas enfrentou foi a perda parcial de audição. Segundo o diagnóstico do otorrino, a situação poderia ser irreversível. “Jonas, você está proibido de ir a shows, cinema ou qualquer coisa com som relativamente alto pelas próximas seis semanas!”, declarou o médico, após Jonas ter ficado completamente surdo do ouvido direito no dia do seu aniversário, devido a um efeito tardio da quimioterapia.
Foco na Recuperação e Esperança
Apesar dos desafios, Jonas demonstra uma atitude positiva em relação ao processo de recuperação. Ele e sua esposa, Kel, embarcaram em uma corrida contra o tempo, com um regime intenso de medicações. “2025 é danado ele. Aí, bem assustados, Kel e eu entramos numa corrida contra o tempo, combo de altas miligramagens de medicações e, já acostumados, luta!”, relata o ex-apresentador.
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Progressos e Gratidão
Com o avanço do tratamento, Jonas celebra uma melhora parcial na audição, expressando sua alegria e gratidão. “Recuperei uma parte da audição e tô feliz da vida perto da previsão de fonoaudiólogas (fui em duas) e otorrinos (também duas) de que o risco era grande de eu não mais ouvir…”, afirma o artista.
Valorizando os Momentos
Jonas enfatiza a importância de aproveitar os momentos simples com amigos e familiares. “Baile de gala da Escola Monteiro Lobato, onde meus catarrentos estudam, não dava pra perder por nada, mas como eu podia fazer? Bom, foi o sangue de Sérgio Mallandro bragantino que me trouxe até os 46 anos e vai ser ele que vai me tirar dessa”, declara o artista.
Ele conclui: “Dois tampões de ouvido, uma folha de papel estendida a quem quer que se aproximasse, abraços apertados e sorrisos… Foi lindo! Apesar de eu não ter ficado muito tempo porque não podia, valeu cada segundo. E bora viver!! Não importam os decibéis”, finaliza.
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