Juíza do STF choca com revelação: salários e “penduricalhos” expostos!

Juíza Cláudia Márcia causa polêmica no STF! Críticas chocantes sobre condições dos juízes do Trabalho abalam o país. Descubra os detalhes da revelação

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(Imagem de reprodução da internet).

A juíza Cláudia Márcia de Carvalho Soares, conhecida por defender a inclusão de benefícios para os magistrados do Trabalho, gerou grande debate após uma fala em sessão plenária no Supremo Tribunal Federal (STF) na quarta-feira, 25 de junho de 2026.

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Na ocasião, ela criticou a percepção de que juízes de primeira instância não possuem condições adequadas, mencionando a ausência de carros próprios, combustível pago, moradia funcional, plano de saúde, refeitório, água e café.

Desconstrução de Argumentos e Contexto Institucional

Em resposta à repercussão da fala, Cláudia Márcia divulgou uma nota em que esclareceu que o valor mencionado era composto por diferentes fontes, incluindo salário, décimo terceiro e passivos administrativos acumulados ao longo de décadas, sempre com autorização do Conselho Superior da Justiça do Trabalho.

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Ela ressaltou que a soma excepcional foi interpretada de forma equivocada, distorcendo a realidade da situação. A juíza enfatizou que a manifestação teve caráter exclusivamente didático, visando evitar interpretações isoladas e descontextualizadas.

Discussão sobre “Penduricalhos” e a Lógica Remuneratória

A sessão do STF, que abordava a questão dos supersalários no funcionalismo, contou com a defesa de seis advogados que sustentavam a manutenção de holerites acima do teto constitucional, especialmente no Judiciário. A argumentação se baseava na liminar do ministro Flávio Dino, que buscava limitar esses valores.

Cláudia Márcia argumentou que a apresentação isolada dos valores recebidos em um mês específico, como se fossem a remuneração ordinária, era imprecisa e desconsiderava a complexidade da situação.

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Rendimento Líquido e Realidades da Magistratura

A juíza apresentou seus rendimentos específicos, com um total de R$ 128.218,12 em dezembro de 2025, provenientes de um salário de R$ 42.749,56, além de R$ 46.366,19 em indenizações e R$ 39.102,37 em direitos eventuais. Ela destacou que os tempos não foram de grande prosperidade para a magistratura, mas sim de preocupação, devido à instabilidade financeira e à incerteza jurídica enfrentada pelos juízes, especialmente aqueles responsáveis pela maior carga processual do país.

Considerações Finais sobre a Remuneração e a Estrutura Judicial

Cláudia Márcia reforçou a necessidade de considerar as condições institucionais distintas dos tribunais superiores ao discutir a remuneração dos juízes de primeira e segunda instâncias. Ela defendeu que a remuneração deveria ser coerente com a lógica sistêmica, sem se tratar de benefícios pessoais, e que a discussão deveria levar em conta a realidade administrativa objetiva.

A juíza concluiu que a manifestação teve caráter técnico e associativo, defendendo uma estrutura institucional mais adequada para os tribunais de primeira instância.

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