A Associação Brasileira da Criptoeconomia (ABCripto) teve uma mudança de liderança no final de dezembro de 2025, com Julia Rosin assumindo a presidência. Rosin traz experiência do setor, tendo trabalhado em empresas como Bitso e Coinbase. A nova gestão da ABCripto tem como foco principal impulsionar avanços no mercado de criptoativos no Brasil.
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Inclusão Regulatória em 2026
Uma das principais metas de Julia Rosin é a inclusão do tema de criptomoedas na pauta eleitoral para 2026. A presidente da ABCripto acredita que esse ano marca uma transição importante para o mercado, com a regulamentação se tornando uma realidade. “Será um ano especial para a Associação, porque é agora que o mercado passa de fato a fazer essa transição de um mercado não regulado para um mercado regulado”, declarou Rosin em entrevista à EXAME.
Profissionalização e Referência Técnica
Além da inclusão regulatória, a ABCripto busca a profissionalização de suas estruturas internas, como parte do amadurecimento do setor de ativos digitais no Brasil. A associação pretende ser um polo de união e referência técnica no mercado. A presidente também se opõe à ideia de cobrança de IOF em operações com stablecoins, considerando a regulação como um processo dinâmico e em constante evolução.
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Cripto e a Política Brasileira
Julia Rosin destaca a relevância crescente do tema cripto no cenário político brasileiro. Com 25 milhões de pessoas conectadas ao setor, segundo dados de início de 2025, a ABCripto acredita que o tema deve ganhar espaço nas eleições de 2026, assim como ocorreu nos Estados Unidos, com a eleição de Donald Trump. “As pessoas falam sobre necessidade de você ter diversificação financeira, de ampliar mecanismos de oferta de crédito, de usar blockchain ou Web 3 para fins de segurança”, afirmou Rosin.
A ABCripto busca demonstrar que o mercado cripto pode ser um importante vetor de mudança para o Brasil, impulsionando a inovação e a inclusão financeira.
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