Justin Bariso revela: ataque o problema, não a pessoa! Descubra como a inteligência emocional pode resolver conflitos no trabalho e impulsionar seus resultados
Em muitos ambientes corporativos, os conflitos não se manifestam de forma aberta e direta. Muitas vezes, o desgaste emocional se esconde em detalhes sutis: um silêncio prolongado, uma resposta genérica como “tudo bem” que soa estranha, promessas que não são cumpridas ou comentários carregados de sarcasmo.
Essas atitudes, muitas vezes inconscientes, podem minar a confiança em equipes, prejudicar o desempenho e comprometer os resultados. O especialista em inteligência emocional, Justin Bariso, observou essa dinâmica ao refletir sobre suas próprias experiências em sua pequena empresa.
Bariso identificou uma frase que passou a usar como guia em conversas difíceis: “Ataque o problema, não a pessoa”. Essa simples afirmação, segundo ele, ajuda a manter o foco na solução do desafio, evitando que emoções mal gerenciadas transformem o outro em um antagonista.
Essa postura demonstra maturidade emocional, uma habilidade crucial para líderes e profissionais de alto desempenho.
Bariso explica que o primeiro passo para superar esse padrão é desenvolver a habilidade de reconhecer, entender e gerenciar tanto as próprias emoções quanto as dos outros. Mais do que uma competência subjetiva, a inteligência emocional se configura como uma ferramenta objetiva para lidar com conversas difíceis, oferecer feedbacks construtivos, estabelecer limites claros e evitar o desgaste emocional.
A mudança de Bariso ocorreu quando ele decidiu abandonar a reação velada e adotar a abordagem de focar no problema, sem atacar a pessoa.
Existem algumas práticas que Bariso sugere, validadas pela neurociência e pela psicologia organizacional, para lidar com momentos de tensão sem cair na armadilha do comportamento passivo-agressivo: Nomeie o que você sente. Reconheça sua emoção antes de reagir.
Respire e regule. A respiração consciente ajuda a reduzir o impacto da emoção no corpo. Separe a pessoa do problema. Foque no que precisa ser resolvido, não no erro ou comportamento do outro. Fale com clareza. Evite rodeios ou ironias. Comunicação direta reduz ruídos.
Escute de verdade. Muitas vezes, o que falta é espaço para o outro também expressar sua visão.
Dominar a inteligência emocional significa, em última análise, dominar a si mesmo. A busca por aprimorar essa habilidade é uma oportunidade de se automotivar diante de desafios, manter o equilíbrio em situações de alta pressão e liderar com empatia e impacto. Investir no desenvolvimento da inteligência emocional pode ser um diferencial competitivo, abrindo portas para uma carreira mais satisfatória e bem-sucedida.
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