Laura Fernández eleita presidente da Costa Rica! A cientista política de 39 anos promete uma forte campanha contra o narcotráfico. 🗳️ A ex-presidente de El Salvador, Nayib Bukele, parabenizou a nova líder. 🚨 Será que a Costa Rica seguirá o modelo “Bukele”? Descubra!
Laura Fernández, uma cientista política de 39 anos, foi eleita presidente da Costa Rica ao vencer as eleições deste domingo (1º). Sua promessa central é de uma abordagem firme contra o narcotráfico, em um país que, por anos, era considerado um dos mais seguros da América Latina.
Fernández obteve 48,3% dos votos, superando o necessário para a vitória no primeiro turno, conforme dados de 94% da apuração do Tribunal Supremo de Eleições (TSE).
Suas propostas de segurança, que capitalizaram a principal demanda dos costarriquenhos, juntamente com planos para reformar os poderes do Estado, geram preocupação entre seus opositores, que temem um movimento para concentrar o poder, à semelhança do presidente salvadorenho, Nayib Bukele, que foi o primeiro a parabenizá-la.
Em seu discurso de vitória, a futura mandatária afirmou que “nunca” permitirá o “autoritarismo”. Declarou-se uma “democrata convicta” e “defensora da liberdade”, embora tenha criticado a imprensa, como faz seu mentor, o presidente Rodrigo Chaves, uma figura popular e polarizadora em confronto com outros poderes do Estado.
“A mudança será profunda e irreversível”, alertou, sem detalhar seus planos. Adicionou que “certas regras do jogo político” serão alteradas. Após os primeiros resultados, que já indicavam uma vantagem significativa sobre o social-democrata Álvaro Ramos (33,4% dos votos), milhares de militantes do Partido Povo Soberano se reuniram em locais emblemáticos para comemorar.
Caravanas de veículos e festas de rua foram organizadas em San José e outras cidades, consolidando a direita na América Latina.
Modelo Bukele Os costarriquenhos também elegeram 57 deputados. Fernández contaria com cerca de trinta parlamentares, uma maioria que não lhe permitiria reformar a Constituição, conforme seu plano. Fernández propõe copiar parte da estratégia de Bukele contra as gangues e reformar os poderes do Estado, sobretudo o Judiciário, que ela e Chaves acusam de fomentar a impunidade. Embora tenha reduzido a violência em El Salvador, a ofensiva de Bukele é alvo de críticas sobre abusos.
Temor ao Autoritarismo Fernández será a segunda mulher a governar a Costa Rica, um país de 5,2 milhões de habitantes e um dos mais estáveis da região, após Laura Chinchilla, que também venceu no primeiro turno em 2010. “As maiorias eleitorais, por mais avassaladoras que sejam, não são salvo-conduto para silenciar as minorias nem para sufocar as vozes dissidentes”, alertou Chinchilla, uma de suas críticas mais ferrenhas, que pediu à oposição que cumpra seu papel de contrapeso no Congresso. Os opositores afirmam que Chaves, a quem acusam de “autoritário”, controlará o Executivo por trás do trono e que Fernández busca pavimentar seu retorno ao poder.
Na Costa Rica, o presidente deve esperar dois mandatos para se candidatar novamente. Fernández é chamada de “populista” e “cópia ruim” de Chaves por adotar sua retórica de confronto e sarcástica. “A primeira coisa que os ditadores querem é reformar a Constituição para se manter no poder”, afirmou o ex-presidente Óscar Arias, prêmio Nobel da Paz de 1987. “Aqui não há ditaduras”, disse o ex-presidente após votar, depois de gerar críticas ao fazer gestos de deboche contra eleitores que gritavam “Fora Chaves”.
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