A artista será a padrinha do Women’s Music Event (WME) 2025.
Comemorando vinte anos de sua estreia artística, a cantora Letrux, 43 anos, atuará como madrinha da edição de 2025 do Women’s Music Event (WME), um dos eventos de destaque dedicado à promoção do protagonismo feminino na música brasileira. A conferência ocorrerá entre os dias 12 e 15 de junho, em São Paulo.
Em entrevista à CNN, Letrux avalia o amadurecimento profissional e pessoal ao longo dos anos e sua relação com a arte, fundamentada no carinho, afeto e respeito ao próprio tempo. “Eu nunca tive muita pressa para minha vida se resolver. Sou uma pessoa com urgência de vida, mas sem pressa em conseguir, em ter sucesso, essas maluquices que o capitalismo impõe para gente”, relata.
A artista afirma não desejar produzir músicas destinadas apenas a alcançar sucesso, ressaltando que trata sua música com cuidado, pois espera que ela a acompanhe por toda a sua vida.
Sinto-me bem ao compor, me identifico com o mundo, elaboro ideias que tenho em mente e consigo materializá-las em uma frase, em uma melodia. É algo que me faz bem, me alegra, me satisfaz e, por sorte, algumas pessoas também gostam, que maravilha.
Ao refletir, a dualidade se manifesta também nesses 20 anos, pois “muita coisa mudou e, ao mesmo tempo, não”. “Sempre sinto que somos as mesmas pessoas de quando tínhamos cinco anos. Apenas com mais pedras no caminho e traumas. Sempre fui sensível, curiosa e animada. Continuo assim, embora o ceticismo bata à minha porta e eu consiga não abrir.”
A artista ainda reflete: “A Letícia que começou ainda morava com os pais, era outra realidade. Mas essencialmente, ainda sou a mesma. Caótica e cósmica e sempre variando entre esses estados.”
Letrux, no âmbito do tema In Real Life, une-se a um time de grandes nomes que já assumiram o mesmo papel em edições anteriores da conferência, incluindo Teresa Cristina, Pitty, Karol Conká e Tulipa Ruiz. Em conjunto com subtítulos como “dance mais, poste menos”, a proposta é provocar uma interação tanto digital quanto presencial.
A artista relata que, embora já tenha experimentado ataques online, hoje possui maior capacidade de se proteger contra eles. “Não conheço ninguém, na verdade, que não tenha enfrentado um ódio na internet, a não ser que você esteja nela e more isolado nas montanhas. Já sofri todos os tipos de ódio: etarismo, misoginia, ódio gratuito, falta de empatia, um caldeirão de horrores”, comenta.
Por sorte, quem me ama me ama tão forte, que o ódio fica pequeno perto da imensa afeição que me cerca. Já liderei de todas as formas, porque sou humana e tentei tudo. Já respondi, já xinguei de volta, já bloqueei, já mandei mensagem para meu analista, já chorei, já gargalhei e fui nadar ou ter relações sexuais. De tudo um pouco passou.
Letrux, além do show “20 Anos Alternativa”, se prepara para lançar seu terceiro livro, uma coletânea de contos intitulada “Brincadeiras à parte”.
Estou muito animada, pois foi um projeto intenso de ser desenvolvido. Desejo muito rodar com o show, cada vez mais. Ainda não estou focada em compor novas músicas ou um novo álbum. E se fosse para sonhar, adoraria fazer uma colaboração com a PJ Harvey.
A WME estabelece parceria com o ecossistema Feira Preta, responsável pelo maior evento de cultura e economia criativa negra da América Latina, idealizado por Adriana Barbosa, que participará de um dos painéis da conferência, reforçando o foco em diversidade.
Relatório: Streaming lidera o mercado musical no Brasil, representando 87% do faturamento.
Fonte por: CNN Brasil
Autor(a):
Aqui no ZéNewsAi, nossas notícias são escritas pelo José News! 🤖💖 Nós nos esforçamos para trazer informações legais e confiáveis, mas sempre vale a pena dar uma conferida em outras fontes também, tá? Obrigado por visitar a gente, você é 10/10! 😊 Com carinho, equipe ZéNewsAi 📰 (P.S.: Se encontrar algo estranho, pode nos avisar! Adoramos feedbacks fofinhos! 💌)
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Fique por dentro das últimas notícias em tempo real!