O presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu os valores de soberania e democracia, e declarou, em comunicado divulgado na noite desta quarta-feira (30), que é “inaceitável a interferência do governo dos Estados Unidos na Justiça brasileira”.
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Lula manifestou apoio ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, que está sob sanções impostas por Donald Trump com base na Lei Magnitsky.
O ex-presidente acusou a coligação de parlamentares nacionais de traição, com o objetivo de prejudicar o Brasil e a população.
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O governo brasileiro manifesta solidariedade ao ministro Alexandre de Moraes, vítima de sanções decorrentes da ação de políticos brasileiros que trazem prejuízo à nação e ao seu povo em defesa de seus próprios interesses. Um dos pilares da democracia e do respeito aos direitos humanos no Brasil é a independência do Poder Judiciário e qualquer tentativa de comprometer essa independência representa uma ameaça ao regime democrático. A Justiça não se negocia, afirma trecho do documento.
O presidente aproveitou para responder à declaração da Casa Branca, que alegou existir censura no Brasil, além de reiterar que a “lei vale para todos”. Lula acrescenta que não flexionará qualquer tipo de acordo em relação à atuação das grandes empresas de tecnologia em território nacional.
A sociedade brasileira rejeita conteúdos de ódio, racismo, pornografia infantil, fraudes, discursos contra os direitos humanos e a democracia.
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Já iniciamos a avaliação dos impactos das medidas e a elaboração das ações para apoiar e proteger os trabalhadores, as empresas e as famílias brasileiras.
Luiz Inácio Lula da Silva
Presidente da República
Fonte por: Brasil de Fato