Lula e Congresso Ignoram Ato de 8 de Janeiro: Críticas e Tensão Política!

Hugo Motta e Davi Alcolumbre não participarão do ato de 8 de janeiro! Governo busca reforçar democracia e Lula se manifesta contra ação EUA na Venezuela. Saiba mais!

1 min de leitura

(Imagem de reprodução da internet).

Ausência de Presidentes do Congresso em Ato de 8 de Janeiro

Os presidentes da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, e do Senado Federal, Davi Alcolumbre, não participarão do ato comemorativo dos ataques de 8 de janeiro de 2023, que ocorrerá na quinta-feira no Palácio do Planalto. A informação foi confirmada pela reportagem da Jovem Pan, com base em relatos de interlocutores do Congresso.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A justificativa apresentada por Motta seria o compromisso de agenda pessoal.

Davi Alcolumbre, por sua vez, permanecerá no Amapá, seu estado de origem, onde já possui uma agenda de trabalho previamente agendada. A decisão do Palácio do Planalto é vista como uma iniciativa com forte carga política, considerando o ano eleitoral.

LEIA TAMBÉM!

O governo federal busca reforçar os valores democráticos e relembrar os atos antidemocráticos que culminaram na invasão e depredação das sedes dos Três Poderes em Brasília.

Tentativa de Reconciliação com o Congresso

Antes do recesso de fim de ano, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva se encontrou com Davi Alcolumbre para tentar reestabelecer o diálogo entre os poderes. A relação entre o governo e o Congresso tem sido tensa desde a posse de Lula.

Ato Público e Manifestações

Movimentos sociais, como as frentes Povo Sem Medo e Brasil Popular, organizam um protesto na área externa do Palácio do Planalto. Há previsão de que o presidente Lula desça a rampa do Palácio para participar do ato junto aos manifestantes. O tema da soberania e da paz na América Latina também estará presente no evento, em decorrência da recente ação militar dos Estados Unidos na Venezuela.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Reação a Intervenção Militar na Venezuela

Luiz Inácio Lula da Silva se manifestou sobre a ação militar dos Estados Unidos na Venezuela, classificando-a como uma afronta à soberania venezuelana. O presidente considera o episódio como uma referência aos piores momentos de interferência externa na região, representando uma ameaça à preservação da América Latina como zona de paz.

Sair da versão mobile