Avaliação do Terceiro Mandato de Lula: Farmácia Popular e Decisões Políticas
Uma pesquisa recente, encomendada pelo instituto Atlas/Intel, revela a percepção da população sobre as principais decisões tomadas durante o terceiro mandato de Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O levantamento, realizado com 5.418 entrevistados, busca avaliar o impacto das ações governamentais, classificando-as como acertos ou erros.
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Farmácia Popular: Maior Acerto e Críticas
A ampliação do benefício da Farmácia Popular, anunciada em fevereiro de 2025, se destaca como o maior acerto identificado pela pesquisa. 86% dos entrevistados consideraram a medida positiva, enquanto 7% não souberam avaliar e 7% classificaram como um erro.
A iniciativa de ampliar o acesso a medicamentos gratuitos, por meio da Farmácia Popular, foi vista como um avanço significativo.
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Imposto sobre Compras Internacionais e Outras Decisões
Outra decisão que gerou opiniões divergentes foi a implementação de um imposto de 20% sobre compras internacionais de até US$ 300. 59% dos entrevistados consideraram essa medida um erro do governo, enquanto 33% a avaliaram como um acerto. Um percentual de 8% não soube responder à pergunta.
A assinatura de acordos com os Estados Unidos também foi alvo de críticas. 48% dos entrevistados consideraram negativo o posicionamento do governo em relação aos EUA, enquanto 43% apoiaram a postura do governo e 9% não soube responder.
Liderança de Lula em Diversos Cenários
A pesquisa do Atlas/Intel demonstra que Lula lidera em todos os cenários analisados. Em um primeiro turno, mesmo sem a presença de Flávio Bolsonaro, sem Tarcísio de Freitas, com Michelle Bolsonaro e sem um representante da família Bolsonaro, o petista mantém a liderança. Em disputas com o governador de Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSD), a porcentagem de intenção de voto do petista cai ligeiramente para 48%.
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Além disso, a pesquisa testou dois cenários com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, como candidato do PT. Em ambas as possibilidades, o ex-prefeito de São Paulo lidera a disputa ao Planalto.
Metodologia da Pesquisa
O levantamento foi realizado entre 15 e 20 de janeiro de 2026, utilizando recrutamento digital aleatório. A margem de erro da pesquisa é de um ponto percentual. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em 15 de janeiro de 2026 com o número BR-02804/2026.
