CPI do INSS tem 709 pendências! “Lulinha” sob suspeita por R$ 25 milhões.
Investigações sobre crédito consignado intensificam-se com foco no Banco Master.
“Careca do INSS” e “Lulinha” investigados por viagem suspeita e possível obstrução de provas.
Operação Sem Desconto: Roberta Luchsinger é alvo e suspeita de obstrução.
CPI prevê relatório final sobre esquema de prejuízo a aposentados em março de 2026
A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPI) que apura irregularidades no sistema previdenciário encerrou o ano legislativo com um volume considerável de trabalhos pendentes. Até o momento, a CPI contabiliza 709 requerimentos ainda a serem analisados, refletindo a vasta quantidade de informações coletadas durante os investigatórios.
Dados oficiais indicam que foram recebidos 1.538 documentos, evidenciando a complexidade e a dimensão das apurações em curso.
Com o retorno das atividades parlamentares, a comissão pretende intensificar a apuração sobre operações de crédito consignado destinadas a aposentados e pensionistas. O foco principal será a atuação de instituições financeiras e intermediários envolvidos nesse tipo de financiamento.
O Banco Master tem sido alvo de investigações, em decorrência de requerimentos que buscam esclarecer possíveis irregularidades na concessão de empréstimos.
Parlamentares da oposição defendem a convocação de Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como “Lulinha”, filho do presidente, para prestar depoimento como testemunha. O requerimento, ao qual esta coluna teve acesso, considera a oitiva “imperativa” para que a CPI cumpra seu papel constitucional de fiscalizar e investigar atos potencialmente lesivos ao patrimônio público, especialmente aqueles que impactam milhões de aposentados.
O depoimento buscaria esclarecer eventuais repasses financeiros, as relações com investigados centrais, como o lobista Antônio Carlos Camilo Antunes, também conhecido como “Careca do INSS”.
Reportagens publicadas entre 15 e 21 de dezembro de 2025 revelaram que “Lulinha” teria recebido pagamentos mensais de R$ 300 mil, totalizando cerca de R$ 25 milhões, conforme depoimentos de ex-funcionários. As investigações apontam que parte desses valores seria intermediada por empresas ligadas a Roberta Luchsinger, considerada próxima da família de “Lulinha”.
Mensagens obtidas pela Polícia Federal reforçam essas suspeitas, indicando que pagamentos de R$ 300 mil seriam destinados a uma consultoria ligada a Luchsinger, com referência ao “filho do rapaz”.
Documentos da Polícia Federal confirmam que “Lulinha” e “Careca do INSS” viajaram juntos em voos da Latam entre Guarulhos e Lisboa, em novembro de 2024, em assentos próximos. Parlamentares da CPI consideram esse episódio um indicativo de proximidade entre os investigados e a necessidade de aprofundar a apuração sobre possível influência política em esquemas que prejudicam aposentados e pensionistas.
Em 18 de dezembro de 2025, a Operação Sem Desconto, da Polícia Federal, teve Roberta Luchsinger como um dos alvos, descrita como integrante do núcleo político da organização criminosa liderada por “Careca do INSS”. Há indícios de que ela atuou como intermediária financeira, com mensagens que sugerem tentativas de obstrução de provas e acesso indevido a informações sigilosas.
A mesa diretora da CPI planeja apresentar, em fevereiro, o primeiro balanço oficial dos trabalhos. A expectativa é de que não haja pedido de prorrogação por mais 90 dias, e que o relatório final seja concluído e apresentado em março, consolidando as conclusões sobre um dos maiores esquemas de prejuízo a aposentados já analisados pelo Congresso.
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