O presidente Luiz Inácio Lula da Silva nomeou nesta sexta-feira (9) Manoel Carlos de Almeida Neto como ministro interino do Ministério da Justiça e Segurança Pública. A medida, publicada em edição extra do Diário Oficial da União, ocorre em um cenário de movimentação interna no governo.
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Lula busca dividir a pasta, planejando uma estrutura dedicada à segurança, mas ainda está avaliando os detalhes.
Disputas Internas no Governo
Vários nomes disputam a vaga permanente na Segurança Pública. O diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, e o ministro da Controladoria-Geral da União (CGU), Vinícius Carvalho, são considerados fortes candidatos. Além deles, a deputada Delegada Adriana Accorsi e o secretário de Segurança do Piauí, Francisco Lucas Veloso, também estão sendo avaliados.
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Outros Nomes em Consideração
O coordenador do grupo Prerrogativas, Marco Aurélio de Carvalho, e o advogado-geral da Petrobras, Wellington Cesar Lima e Silva, também aparecem como possibilidades. A nomeação pode ser uma estratégia política de Lula, considerando que cerca de 20 dos 38 ministros do governo sairão para concorrer às eleições de outubro.
Possíveis Indicativos
O vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) é um dos partidos que pode ser contemplado. O senador Rodrigo Pacheco (PSD), que deve deixar o partido, voltou a ser citado, mas não quer um “prêmio de consolação”. O advogado-geral da União, Jorge Messias, foi preferido pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), que defendia o nome de Pacheco para o Supremo Tribunal Federal (STF).
Movimentos Políticos
Rodrigo Pacheco pode migrar para o PSB ou para o MDB. Jorge Messias ainda terá de passar por sabatina no Senado após o recesso parlamentar. O Palácio do Planalto avalia que as resistências a Messias diminuíram após uma conversa entre Lula e Alcolumbre, antes do Natal.
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