CPMIAprova Quebra de Sigilos Bancários e Fiscais em Investigação do INSS
A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPMI) do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) determinou nesta quinta-feira, 26 de outubro de 2026, a quebra dos sigilos bancário e fiscal do empresário Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como “Lulinha”, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
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A decisão, tomada em votação por unanimidade, autoriza a análise detalhada das contas do peito para investigar possíveis irregularidades na concessão de benefícios previdenciários.
O voto favorável ocorreu após um debate intenso, com sete parlamentares se manifestando contra a medida. O pedido de quebra de sigilo foi parte de um relatório apresentado à CPMI. O relator, deputado Alfredo Gaspar, destacou que a decisão se baseia em evidências concretas, como mensagens interceptadas que sugerem um pagamento de R$ 300 mil a uma empresa conectada a Roberta Luchsinger, com a referência a “o filho do rapaz” possivelmente se referindo a Lulinha.
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Detalhes da Investigação Revelam Transações Suspeitas
Segundo o deputado Gaspar, a análise de documentos também revelou repasses de R$ 1,5 milhão entre empresas ligadas a indivíduos sob investigação. Esses repasses foram justificados como serviços de consultoria sem lastro econômico, o que motivou a CPMI a solicitar um aprofundamento das apurações.
A quebra de sigilo é vista como crucial para identificar a real natureza dessas transações e desvendar o esquema de irregularidades.
CPMI Amplia o Escopo da Investigação
Além da quebra de sigilo de Lulinha, a CPMI também aprovou pedidos de quebra de sigilo de outras empresas e pessoas físicas suspeitas de envolvimento no esquema de descontos irregulares em benefícios previdenciários. A comissão também decidiu convocar novos depoentes para aprofundar a investigação e identificar todos os envolvidos no caso.
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A expectativa é de que a CPMI possa concluir suas apurações em breve, trazendo à tona todas as informações relevantes para o caso.
