Mauro Cezar Pereira critica Ancelotti após derrota BR x Noruega em 2026

O comentarista Mauro Cezar Pereira foi duro ao criticar o trabalho de Carlo Ancelotti após a eliminação da Seleção Brasileira na Copa do Mundo, em um jogo contra a Noruega no último domingo.
Em participação no programa Bate – Pronto, veiculado pela Jovem Pan, Mauro apontou que as mudanças táticas implementadas pelo treinador italiano durante o segundo tempo foram decisivas para os 2 a 1 sofridos pelos brasileiros. Segundo ele, houve falhas graves tanto nas decisões técnicas quanto nos bastidores nacionais.
Análise das faltas e erros técnicos
Mauro Cezar Pereira afirmou categoricamente que ao mexer com o esquema de jogo, Ancelotti“acabou de enterrar o time brasileiro”. O jornalista destacou especificamente a entrada do jogador Neymar como um dos principais equívocos da equipe técnica em campo.
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“Quando [ele] colocou o Neymar em campo, o jogo ficou totalmente favorável à Noruega. Ali acabou”, disparou Mauro sobre os desdobramentos táticos no segundo tempo. A avaliação mais ampla é ainda maior: na visão dele, toda proposta adotada por Carlo Ancelotti durante este Mundial não se alinha às características históricas e tradicionais que definem esta Seleção Brasileira nas Copas.
Diferença estatística de posse
Além das mudanças pontuais do vestiário italiano, Mauro Cezar Pereira fez questão de apontar um contraste gritante nos números da partida contra a Noruega em termos de domínio territorial. Segundo o comentarista, foi possível notar claramente como as coisas aconteceram pelo campo gramado naquele domingo (5.
Ele lembrou ao público jornalístico os índices oficiais: enquanto toda a trajetória brasileira no jogo teve apenas 35% de participação na bola durante o primeiro tempo — índice considerado muito baixo para qualquer Copa —, houve uma maior e mais constante porcentagem de posse pela equipe norueguesa.
Responsabilidade institucional
O crítico não se limitou à análise do desempenho tático ou individual dos atletas; ele estendeu sua crítica também às estruturas que antecederam aquele momento esportivo. Mauro Cezar Pereira dividiu, inclusive, parte da culpa pelos resultados ruins com a Confederação Brasileira de Futebol (CBF.
Segundo as palavras dele em Bate – Pronto, grande parcela desse fracasso passa diretamente pelas decisões tomadas na condução geral do futebol nacional nos últimos anos. Ele citou o histórico recente marcado por uma sequência contínua e preocupante tanto nas trocas técnicas quanto no nível presidencial dentro das instituições desportivas.
“Morreu abraçado com o Neymar, que nem deveria ter ido”, finalizou Mauro sobre os detalhes envolvendo o jogador convocado. Ele reforçou ainda sua tese ao afirmar que cerca dos 70% da culpa pelo desempenho brasileiro é resultado direto dessa má gestão institucional.”
Autor(a):
Redação ZéNewsAi
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