Menino Anderson Kauã Recebe Alta, Mas Busca por Primo e Tio Segue Intensa!

Menino Anderson Kauã recebe alta após drama! 8 anos após ser encontrado em estado crítico, ele se recupera. O que aconteceu com Ágatha e Allan? Descubra!

2 min de leitura

(Imagem de reprodução da internet).

Menino Anderson Kauã Recebe Alta Após Duas Semanas de Internação

Anderson Kauã, um menino de 8 anos, foi dado de alta do Hospital Geral nesta terça-feira (20). Ele passou duas semanas internado após ser encontrado em estado debilitado. Kauã é primo de Ágatha Isabelly, de 6 anos, e Allan Michael, de 4 anos, que estão desaparecidos desde o dia 4 de janeiro.

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Apoio Contínuo à Família

O governador Brandão assegurou que Kauã continuará recebendo todo o suporte necessário para superar o momento difícil. A criança receberá acompanhamento psicológico constante, buscando auxiliar no processo de recuperação. A equipe médica acompanhará de perto a saúde e o bem-estar do menino.

Desejo de Retorno à Comunidade Quilombola

A família de Kauã expressou o desejo de retornar à comunidade quilombola de São Sebastião dos Pretos, onde Ágatha e Allan foram vistos pela última vez. O retorno à comunidade é uma prioridade para a família, que busca reencontrar o local onde as crianças foram vistas pela última vez.

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Investigações e Busca pelas Crianças Desaparecidas

O caso começou em 4 de janeiro, quando os três primos saíram para brincar em uma área de mata próxima à comunidade. Kauã foi encontrado três dias depois, desidratado e desorientado, por carroceiros. Desde então, uma força-tarefa foi montada para localizar Ágatha e Allan.

Novas Informações Reveladas pelo Menino

As informações fornecidas por Kauã durante sua recuperação foram cruciais para as investigações. Ele relatou que o grupo passou a noite em uma cabana abandonada, conhecida como “Casa Caída”, localizada a cerca de 3,5 km da aldeia e às margens do Rio Mearim.

Operações de Busca Intensificadas

Com base nos relatos e em vestígios detectados por cães farejadores, as operações de busca se concentram no leito do rio. A Marinha reforça os trabalhos com uma lancha equipada com side scan sonar, tecnologia que gera imagens detalhadas do fundo do rio.

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Acesso Restrito à Área de Busca

O acesso à área de buscas permanece restrito a agentes da força-tarefa, que inclui Polícias Civil e Militar, Corpo de Bombeiros e Exército. A busca continua com foco no rio Mearim.

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