Ozempic, Wegovy e Mounjaro: Mercado farmacêutico brasileiro dispara! 🚀 Análise do Itaú BBA projeta R$ 50 bilhões até 2030. Ações de Pague Menos sobem 104% em 12 meses! 📈
Uma análise do Itaú BBA revela uma transformação significativa no mercado farmacêutico brasileiro, impulsionada pela crescente popularidade de medicamentos da classe GLP-1, como Ozempic, Wegovy e Mounjaro. O banco projeta um salto no tamanho desse mercado, elevando-o para cerca de R$ 50 bilhões até 2030, considerando um fator de crescimento estrutural.
Essa projeção se baseia na expansão do acesso a esses tratamentos, que antes eram considerados apenas uma tendência de saúde.
O principal catalisador para esse crescimento é a redução gradual dos preços, impulsionada pela entrada de versões mais acessíveis do princípio ativo do Ozempic. Atualmente, o uso desses medicamentos é limitado a uma base de aproximadamente 1,5 milhão a 2 milhões de brasileiros, mas a expectativa é de que a diminuição dos custos destrave uma demanda consideravelmente maior nos próximos anos.
Essa mudança não apenas amplia o mercado farmacêutico, mas também redesenha padrões de consumo, conforme apontam os analistas Kelvin Dechen, Gustavo Troyano e Lucca Marquezini.
As grandes redes de farmácias, como Raia Drogasil, Panvel e Pague Menos, estão se beneficiando de forma expressiva desse cenário. A ação da Pague Menos subiu 104% em 12 meses, enquanto a Panvel e a Raia Drogasil registraram altas de 70% e 24%, respectivamente.
Essas empresas possuem uma participação no segmento de GLP-1 cerca de duas vezes superior à sua fatia no varejo farmacêutico total, devido ao perfil de produtos de alto valor e giro rápido que atraem fluxo para as lojas.
Com a expectativa de queda de preços com a chegada dos genéricos, o efeito líquido tende a ser positivo, conforme avalia o Itaú BBA. A redução do custo deve ampliar o número de consumidores, compensando eventuais pressões de margem e sustentando o crescimento de receita e das ações no setor.
No entanto, o relatório também destaca sinais de alerta, especialmente para empresas como Ambev, M. Dias Branco e Camil Alimentos, que podem ser afetadas pela redução da ingestão calórica induzida pelo uso desses medicamentos.
Essas empresas, com portfólios concentrados em categorias como bebidas alcoólicas, massas e produtos ricos em açúcar, enfrentam um risco crescente de perda de espaço no consumo de usuários de GLP-1. Apesar disso, o impacto atual é limitado devido à baixa base de usuários no Brasil.
Para mitigar esses efeitos, as empresas estão ampliando seu portfólio com linhas de produtos mais saudáveis, como proteína e Hyera, que podem substituir itens tradicionais.
Em contrapartida, a mudança de hábitos alimentares abre espaço para a demanda por proteínas para recomposição muscular. O Brasil se posiciona estrategicamente como fornecedor relevante de alimentos proteicos, uma tendência já observada globalmente, e a Hypera desponta como uma das principais candidatas a capturar essa nova onda de crescimento.
O banco avalia que a companhia pode entrar no mercado com versões mais acessíveis desses medicamentos, possivelmente a partir de 2026, embora isso envolva custos relevantes no curto prazo.
O impacto do movimento na ação da Hypera depende do ritmo de adoção e da participação de mercado conquistada, funcionando atualmente como uma “nova avenida de crescimento” com potencial de destravar valor no médio prazo.
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