Mercado livre de energia cresce 26% em 2025: empresas ganham autonomia na escolha de fornecedores. Jhordan Dias explica a regulamentação da CCEE visa competitividade
O mercado livre de energia está em expansão no país. Dados recentes da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) indicam um crescimento de 26% nas migrações para o mercado livre em 2025. Esse movimento demonstra o aumento da autonomia das empresas na gestão de seus custos e na escolha de fornecedores de energia.
No ambiente do mercado livre, consumidores, geradores e comercializadores negociam contratos sem depender das tarifas definidas no mercado regulado. O engenheiro Jhordan Dias, diretor de novos negócios da Critéria Energia, explica que a regulamentação da CCEE visa proporcionar competitividade ao setor energético.
Cada empresa tem a possibilidade de negociar preço, prazos, a fonte de energia utilizada e as formas de pagamento com geradores ou comercializadoras de energia, de acordo com suas preferências.
Desde 1º de janeiro de 2024, todas as unidades do Grupo A, atendidas em média ou alta tensão, estão aptas a ingressar no mercado livre de energia. Essa regra se aplica a indústrias, comércios, órgãos públicos e condomínios, desde que possuam tensão igual ou superior a 13,8 kV através de subestação própria.
Existem três formas de participação no mercado livre. O consumidor livre contrata a partir de 1 MW e pode adquirir energia de qualquer fonte, incluindo hidrelétricas, termelétricas ou eólicas. O consumidor especial, anteriormente limitado entre 500 kW e 1 MW, atualmente não possui exigência mínima e pode comprar energia incentivada por lei, o que gera descontos nas tarifas de uso.
Já o consumidor varejista participa por meio de uma comercializadora varejista, que o representa na CCEE e simplifica o processo.
A migração pode começar assim que a empresa cumpre os requisitos. É necessário ter subestação conectada em média ou alta tensão, instalar o Sistema de Medição para Faturamento compatível com a CCEE, firmar contrato de uso da rede com a distribuidora e contratar fornecedor de energia.
O prazo médio para conclusão é de seis meses, devido às etapas regulatórias.
Embora as negociações sejam livres, o setor é fortemente regulado. O Ministério de Minas e Energia define diretrizes e regras de acesso. A Agência Nacional de Energia Elétrica fiscaliza normas e a estabilidade do setor. A CCEE administra a operação comercial do ambiente livre e acompanha o balanço entre agentes.
Segundo Jhordan Dias, o objetivo é garantir segurança jurídica, equilíbrio e continuidade no fornecimento de energia.
A expansão do mercado livre de energia continua a atrair consumidores que buscam previsibilidade, liberdade de negociação e redução de custos.
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