Mercosul-UE: Acordo Histórico Gera Reações Divididas e Alerta na Indústria Mineira!

Acordo Mercosul-UE causa furor! Celebras e protestos chocam Europa e Minas Gerais em alerta. Saiba mais!

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(Imagem de reprodução da internet).

Acordo Mercosul-UE Gera Reações Divididas e Alerta na Fiemg

A aprovação do acordo comercial entre o Mercosul e a União Europeia provocou uma onda de reações, variando entre celebrações e manifestações de protesto. Líderes do bloco sul-americano e alguns setores da Europa comemoraram a notícia, enquanto manifestantes saíram às ruas em oposição à sua aprovação.

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Diversos países europeus também bloquearam a assinatura do acordo pelo Parlamento Europeu, gerando incertezas sobre o futuro do projeto.

A Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg) emitiu um alerta, ressaltando a necessidade de cautela e atenção aos impactos que o acordo pode gerar na indústria mineira. A entidade considera o entendimento um marco relevante no comércio internacional, com efeitos diretos para a economia do estado, exigindo um acompanhamento cuidadoso de sua implementação.

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Minas Gerais possui uma relação comercial sólida com a União Europeia, que se refletiu nas exportações mineiras para o bloco entre 2022 e 2025, totalizando cerca de US$ 31 bilhões em exportações e US$ 13,38 bilhões em importações. Essa dinâmica estratégica reforça a importância do acordo para o estado.

O vice-presidente do Brasil e ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (MIDC), , destacou que a aprovação do acordo fortalece o multilateralismo e possibilita o comércio de produtos mais acessíveis e de melhor qualidade. O Ministério da Indústria e Comércio também enfatizou que o acordo representa o maior pacto comercial negociado pelo Mercosul e um dos maiores pactos firmados pela União Europeia com parceiros comerciais.

O acordo visa unir um mercado de 718 milhões de pessoas e um Produto Interno Bruto (PIB) somado de US$ 22,4 trilhões.

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Apesar do aval, a assinatura do acordo ainda depende da aprovação pelos países do Mercosul – Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai –, que só assinarão o acordo após o aval dos europeus. A assinatura do acordo está prevista para o dia 17 de janeiro no Paraguai.

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