Meta intensifica guerra contra fraudes online com ações no Brasil e China! 🚨 Deepfakes de celebridades como Drauzio Varella e Ana Maria Braga usados em golpes. A gigante das redes sociais combate a manipulação de imagens e áudios para proteger usuários. Saiba mais!
A Meta, gigante das redes sociais responsável por plataformas como WhatsApp, Instagram, Facebook e Threads, intensificou sua batalha contra fraudes online. A empresa entrou com ações judiciais tanto no Brasil quanto na China, visando responsabilizar grupos que utilizam deepfakes – vídeos e imagens falsamente gerados – para aplicar golpes.
A estratégia central da Meta é combater a manipulação de imagens e áudios de figuras públicas, como celebridades e influenciadores, para atrair usuários a sites fraudulentos.
As ações judiciais da Meta abrangem indivíduos e empresas que exploram deepfakes para fins ilícitos. No Brasil, por exemplo, a empresa processou responsáveis por utilizar vozes alteradas de personalidades como Drauzio Varella, Renata Vasconcellos e Ana Maria Braga para promover produtos de saúde falsos e oferecer cursos de treinamento que ensinavam as táticas dos golpes.
Esse tipo de prática, apelidada pela Meta de “celeb-bait”, busca explorar a credibilidade dessas figuras para enganar os usuários.
Para combater essa tática, a Meta desenvolveu um programa de proteção específico para celebridades, visando proteger suas imagens de serem utilizadas em golpes. A empresa afirma que a tecnologia já protege fotos de mais de 500 mil figuras públicas em todo o mundo.
Além disso, a Meta está aprimorando suas ferramentas de detecção, utilizando inteligência artificial para identificar e bloquear anúncios que direcionam usuários a sites prejudiciais.
A batalha da Meta não se limita ao Brasil e à China. A empresa também entrou com ações judiciais no Vietnã contra grupos que fraudavam assinaturas, utilizando a técnica conhecida como “cloaking”. Essa prática consiste em ocultar a verdadeira natureza do site vinculado à publicidade, prejudicando os sistemas de revisão de anúncios.
Em casos como este, a página associada a um anúncio aparentemente legítimo exibe uma versão diferente para o sistema de checagem, enganando os usuários.
Em alguns casos, as empresas processadas no Vietnã veiculavam anúncios fraudulentos que ofereciam produtos de marcas conhecidas com grandes descontos, em troca do preenchimento de pesquisas. As vítimas eram, então, redirecionadas a sites que solicitavam dados de cartão de crédito, mas nunca entregavam os produtos.
Além disso, os cartões eram submetidos a cobranças recorrentes não autorizadas, configurando a chamada fraude de assinatura. A Meta afirma que bloqueia e remove os anúncios assim que são detectados, utilizando ferramentas de inteligência artificial para agilizar o processo.
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