Miguel Díaz-Canel Acusa EUA de “Asfixiar” Economia de Cuba!

Miguel Díaz-Canel acusa Trump de tentar “sufocar” economia de Cuba!
Tarifas e sanções americanas ameaçam setor energético e futuro da ilha.
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(Imagem de reprodução da internet).

Presidente de Cuba Acusa Estados Unidos de Tentar “Sufocar” Economia

O presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel, expressou nesta sexta-feira (30) sua preocupação com o que ele descreve como uma tentativa do governo dos Estados Unidos, liderado por Donald Trump, de prejudicar a economia cubana através da imposição de novas tarifas.

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Em uma publicação na rede social X, Díaz-Canel afirmou que a medida, apresentada sob um pretexto falso e sem fundamento, visa afetar a ilha ao ameaçar taxar países que mantêm relações comerciais de petróleo com Cuba.

Nova Política de Sanções e Impacto Energético

Segundo o líder cubano, a iniciativa busca restringir o acesso do país a recursos energéticos essenciais, considerados cruciais para o funcionamento de setores vitais como transporte, geração de energia, indústria e serviços básicos. A medida representa um acréscimo às sanções já existentes impostas por Washington nos últimos anos, intensificando as tensões diplomáticas entre os dois países.

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Detalhes da Estratégia de Tarifas

A nova política, conforme detalhado, permite que o presidente dos Estados Unidos declare emergência nacional com base na relação de Cuba com potências e grupos considerados hostis. Além disso, a estratégia inclui a aplicação de tarifas adicionais sobre produtos importados de países que vendem petróleo a Cuba, e a penalização de fornecimentos indiretos, realizados por meio de intermediários ou terceiros.

O governo americano terá a flexibilidade de ajustar, ampliar ou suspender as medidas com base no comportamento de Cuba ou dos países afetados.

Países Potencialmente Impactados

A decisão final sobre quando e quanto tarifar caberá ao presidente, com base em recomendações dos Departamentos de Comércio, Estado, Tesouro e Segurança Interna. A estratégia visa, em última análise, asfixiar economicamente o governo cubano, aumentando o custo político para países que mantêm relações energéticas com Havana e forçando um realinhamento diplomático regional.

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Países como Venezuela, Rússia, China e Irã podem ser afetados por essa medida, que cria um efeito cascata sobre terceiros.

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