Milei ataca Maduro, acusa “narcoestado terrorista” e defende intervenção EUA na Venezuela

Javier Milei ataca Maduro: “Redesenha a ordem mundial” e acusa “narcoestado”. O presidente argentino critica intervenção EUA e denuncia laços de Maduro com grupos terroristas. Alinhamento com Trump e apoio à ação americana geram polêmica

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(Imagem de reprodução da internet).

O presidente da Argentina, Javier Milei, comentou sobre a situação na Venezuela em uma entrevista. Ele argumentou que o presidente Nicolás Maduro está “redesenhando a ordem mundial”, e que o objetivo central dessa mudança é “acabar com o socialismo assassino” presente no país, assim como em Cuba e Nicarágua.

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A declaração foi feita no canal “Neura”. Milei ressaltou que a mudança na geopolítica é uma prioridade, com alguns países em posições mais vantajosas do que outros.

Críticas à Intervenção e Acusações Contra o Governo Maduro

Milei criticou a intervenção dos Estados Unidos na Venezuela, considerando a alegação de que o objetivo é se apropriar do petróleo como “estupidez”. Ele enfatizou que a relevância do controle do petróleo reside em “cortar o abastecimento aos comunistas”.

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O presidente argentino também reiterou suas acusações contra o governo Maduro, apontando para “conexões profundas” com o partido espanhol PSOE e Podemos, além de alegar interferências eleitorais em diversos países da América Latina, incluindo Colômbia, México e Bolívia.

Denúncias de Financiamento Ilícito e Vínculos com Grupos Terroristas

Milei continuou a acusar o governo venezuelano de se financiar com o narcotráfico, com vínculos com Irã, Hezbollah, Hamas e grupos como ELN e Farc na Colômbia. Ele argumentou que o país se transformou em um “narcoestado terrorista”, exportando terrorismo e financiando políticos, jornalistas e meios de comunicação.

Essas acusações geram preocupação sobre os eventos que ocorrem na Venezuela.

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Alinhamento Geopolítico e Apoio à Intervenção Americana

Javier Milei se posicionou como um dos primeiros líderes mundiais a expressar apoio ao ataque dos Estados Unidos à Venezuela e à captura do presidente Nicolás Maduro. O governo argentino defendeu publicamente a postura do presidente Trump perante o Conselho de Segurança da ONU, considerando o governo venezuelano uma ameaça direta à Argentina e à região.

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