Minerador de Bitcoin conquista bloco raro e recebe 3,125 BTC! Veja como foi o feito improvável e o que isso significa para a cripto. Clique e saiba mais!
Um minerador de Bitcoin conseguiu, contra todas as probabilidades, encontrar sozinho um bloco de validação da criptomoeda. Como resultado desse feito, ele recebeu 3,125 bitcoins, um valor que, na cotação desta sexta-feira, 10, equivalia a R$ 1,15 milhão.
A chance de um minerador encontrar um bloco do Bitcoin de forma isolada é extremamente baixa, estimada em uma chance de 1 em 13,6 milhões, considerando o hashrate atual da rede. Para contextualizar, o minerador utilizou uma configuração solitária da CKpool para decifrar o bloco número 944.306 na quinta-feira, 9.
O desenvolvedor Con Kolivas, da CKpool, informou que o minerador operou com um poder computacional equivalente a 70 terahashes por segundo. Esse nível de poder é comparável ao de uma única máquina Antminer S17+.
Máquinas desse tipo são comercializadas em plataformas como o ebay por um valor que varia entre US$ 1.1 mil e US$ 1.3 mil. Estatisticamente, o tempo esperado para que um minerador consiga achar um bloco sozinho dessa maneira é de aproximadamente 259 anos.
Apesar da dificuldade, o feito ainda representa uma probabilidade maior do que ganhar em loterias tradicionais. Por exemplo, na Mega Sena, a chance de acertar as seis dezenas é de apenas uma em mais de 50 milhões.
A emissão de novos bitcoins na rede blockchain ocorre através de um processo chamado mineração. Diversos participantes ao redor do mundo competem para encontrar um novo bloco, que será usado para validar as transações subsequentes do ativo digital.
Para isso, os mineradores empregam equipamentos dedicados, consumindo grande poder computacional e energia elétrica para resolver a criptografia da rede e identificar o novo bloco. Em troca, recebem uma quantidade pré-definida de bitcoins como recompensa.
A cada 210 mil blocos minerados, ocorre um evento programado chamado halving. Este evento reduz pela metade a quantidade de bitcoins emitidos aos mineradores. O último halving ocorreu em 2024, sendo o quarto da história da moeda, o que diminuiu a recompensa de 6,25 para 3,125 bitcoins por bloco.
Esse mecanismo foi implementado por Satoshi Nakamoto para criar escassez ao ativo, mesmo sendo digital. Não é possível simplesmente criar bitcoins, pois sua emissão está atrelada ao gasto de energia e poder computacional, seguindo o processo conhecido como Proof-of-Work (PoW).
O que torna a descoberta de um bloco por um minerador solitário tão improvável é o fato de ele competir com grandes corporações especializadas. Empresas como Riot, Bitdeer e Marathon Digital Holdings operam com vastas “fazendas de mineração”, utilizando milhares de máquinas para aumentar suas chances de resolver a criptografia primeiro.
Geralmente, para aumentar as chances, muitos mineradores unem seu poder computacional em grupos chamados pools. Se um bloco é descoberto por alguém do pool, a recompensa é dividida proporcionalmente ao poder computacional que cada um contribuiu. No caso do minerador solitário, que utilizou a CKpool, esse compartilhamento não ocorreu, pois a pool é voltada para quem mina de forma independente.
O sucesso deste minerador reforça a complexidade e a engenharia por trás da segurança do Bitcoin. O processo de mineração, embora altamente técnico, garante a imutabilidade e a escassez do ativo digital.
O mercado de criptoativos continua a atrair atenção, com investimentos em ativos como o ouro físico, que oferecem proteção em cenários de incerteza econômica.
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