Ministro Autoriza Julgamento de Deputados Acusados de Corrupção e Propina

Ministro autoriza julgamento contra deputados federais acusados de corrupção. Supremo analisa caso com Josimar Maranhãozinho e Pastor Gil. Acusações incluem corrupção passiva e organização criminosa

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(Imagem de reprodução da internet).

Ministro Autoriza Julgamento Contra Deputados Federais Acusados de Corrupção

O ministro Flávio Dino, presidente da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal, determinou nesta quinta-feira (27) a encaminhamento para julgamento da ação penal que acusa dois deputados federais e um suplente do PL. A acusação envolve os crimes de corrupção passiva e organização criminosa.

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O ministro será responsável por definir a data e o horário do julgamento, que agora será conduzido pela Primeira Turma.

Deputados Acusados de Cobrar Propina por Emendas

Os deputados federais Josimar Maranhãozinho (PL-MA), Pastor Gil (PL-MA) e o suplente Bosco Costa (PL-SE) são os principais acusados. A denúncia aponta que eles teriam cobrado propina em troca da liberação de emendas parlamentares. Segundo a denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR), entre janeiro e agosto de 2020, os parlamentares teriam solicitado uma vantagem indevida de R$ 1,6 milhão para a liberação de R$ 6,6 milhões em emendas destinadas ao município de São José de Ribamar (MA).

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Defesas Apresentam Argumentos e Questionam as Provas

Josimar Maranhãozinho, um dos acusados, declarou ao Supremo que as acusações da PGR são “frágeis e desfundamentadas”. A defesa de Bosco Costa argumentou que a denúncia carece de provas concretas e que a acusação se baseia em “diálogos de terceiros e anotações manuscritas desconhecidas”.

Advogados Questionam a Legalidade das Provas

A defesa de Pastor Gil questionou a legalidade das provas coletadas na investigação, alegando que o caso deveria ter sido iniciado no Superior Tribunal de Justiça (STJ), e não na Justiça Federal do Maranhão. Os advogados também afirmaram que a denúncia se baseia em “hipóteses e conjecturas”.

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