Monique Medeiros é demitida da Prefeitura do Rio após choca acusação! Mãe de Henry Borel vê carreira desmoronar. Saiba mais!
A ex-professora da prefeitura do Rio de Janeiro, Monique Medeiros, foi formalmente desligada do seu cargo após ser acusada de homicídio por omissão na morte do filho, Henry Borel. A notícia foi publicada no Diário Oficial da cidade na quarta-feira, 25 de abril de 2026.
Monique Medeiros, mãe de Henry Borel, que faleceu aos quatro anos, estava empregada na prefeitura há cinco anos, recebendo regularmente seu salário. A demissão ocorreu após sua saída da penitenciária Talavera Bruce, localizada no Complexo de Gericinó, na zona oeste do Rio, no início da tarde de segunda-feira, 23 de abril de 2026.
A soltura de Monique Medeiros foi determinada pela juíza Elizabeth Machado Louro, responsável pelo 2º Tribunal do Júri. A decisão foi motivada pela possibilidade de que o adiamento do julgamento pudesse resultar em um excesso de prazo legal. A magistrada considerou que o adiamento poderia ser prejudicial.
O julgamento, que envolvia também o padrasto de Henry, Jairo dos Santos Júnior (conhecido como Dr. Jairinho), foi adiado para 25 de maio de 2026. Inicialmente, a defesa de Jairinho havia solicitado um adiamento para discutir a falta de acesso às provas, mas o pedido foi negado pela juíza. Após a decisão, os cinco advogados de defesa presentes no plenário abandonaram a sala.
O caso Henry Borel chocou o país em março de 2021, quando o corpo do menino foi encontrado em seu apartamento na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. O casal, Monique Medeiros e Dr. Jairinho, inicialmente alegou que Henry havia sofrido um acidente doméstico, mas o laudo do Instituto Médico-Legal (IML) revelou que o menino sofreu 23 lesões por ação violenta, incluindo lacerações no fígado e hemorragia interna.
As investigações da Polícia Civil indicaram que Henry era vítima de abusos físicos e psicológicos praticados pelo padrasto, enquanto Monique Medeiros tinha conhecimento dessas agressões. Ambos foram presos em abril de 2021 e denunciados pelo Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ).
Jairinho é acusado de homicídio qualificado, enquanto Monique Medeiros é acusada de homicídio por omissão de socorro. A denúncia do MPRJ aponta que Jairo Santos Júnior, com intenção e violência, causou a morte de Henry, e Monique Medeiros, responsável legal pelo menino, se omitiu de sua responsabilidade, contribuindo para o crime. Em outras ocasiões, Jairinho teria submetido Henry a sofrimentos físicos e mentais.
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