Moraes acusa Bolsonaro de risco à saúde! Ministro exige detalhes da equipe de segurança do ex-presidente e do GSI. Prisão domiciliar segue em andamento.
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), intensificou as pressões sobre a defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro nesta segunda-feira (30). A solicitação central do magistrado foi a apresentação detalhada da equipe de segurança que acompanha o capitão da reserva, além de informações sobre o Gabinete de Segurança Institucional (GSI).
A medida surge após a protocolização de uma lista complementar de profissionais que compõem a segurança do ex-presidente.
A decisão de Moraes de autorizar a prisão domiciliar temporária de Bolsonaro, válida por 90 dias a partir da alta médica, foi motivada pela avaliação de que o ambiente doméstico é o mais adequado para a recuperação de sua saúde. O ministro, citando literatura médica, ressaltou que a recuperação completa de uma broncopneumonia, especialmente em idosos, pode levar entre 45 e 90 dias, em um ambiente controlado.
Essa decisão foi antecipada pela Jovem Pan.
Bolsonaro recebeu alta do Hospital DF Star na sexta-feira (27) após 14 dias de internação, conforme diagnóstico de broncopneumonia. A saída do local ocorreu por volta das 10h, com o ex-presidente utilizando um colete à prova de balas da Polícia Militar do Distrito Federal.
Ele foi atendido no hospital por volta das 8h50, por meio do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato ao Planalto, intensificou o apelo pela concessão de prisão domiciliar humanitária ao pai. Segundo ele, o ambiente atual de detenção contribui para o agravamento do quadro de saúde de Bolsonaro, que teria recebido cuidados permanentes da família e de técnicos de enfermagem em sua residência.
“Mais um dia triste em que a gente acorda com a notícia de que meu pai passou mal durante a madrugada. Teve febre, calafrio e vomitou bastante. Quando cheguei, ele estava consciente, lúcido, mas com a voz fraca e a cara abatida”, relatou Flávio em entrevista a jornalistas.
A prisão domiciliar temporária de Bolsonaro, determinada em 4 de agosto de 2025, ocorreu devido ao descumprimento de medidas cautelares. O ex-presidente passou a cumprir a pena em uma Sala de Estado-Maior na Superintendência Regional da Polícia Federal (PF) em Brasília, após ser detido em 22 de novembro, por descumprimento de medidas cautelares.
Em janeiro, a decisão foi motivada por reclamações de familiares e da equipe médica.
O local de cumprimento da pena, conhecido como ‘Papudinha’, oferece uma sala de 64,8 m², incluindo área externa, e conta com posto de saúde. O ministro Moraes determinou que o horário de visitas seja estendido e o número de refeições diárias suba para cinco.
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