Morgan Stanley aposta pesado em cripto! BNY Mellon e Coinbase são escolhidos como custodiantes do novo ETF de Bitcoin. Saiba mais!
A Morgan Stanley, gigante do setor financeiro, acaba de anunciar a escolha do Bank of New York (BNY) Mellon e da exchange de criptomoedas Coinbase como custodiantes para seu fundo negociado em bolsa, o Morgan Stanley Bitcoin Trust (ETF). Essa decisão, formalizada em um registro apresentado à Comissão de Valores Mobiliários dos Estados Unidos (SEC) em 4 de janeiro de 2026, marca um passo importante para a empresa no universo das criptomoedas.
O ETF, que investe em Bitcoin, utilizará métodos de armazenamento seguros, incluindo cold wallets (armazenamento offline) para a maior parte dos seus ativos digitais.
Custódia e Operações do ETF
Os custodiantes, BNY Mellon e Coinbase, operam sob regulamentação bancária do estado de Nova York, oferecendo serviços de custódia e execução de negociações de ativos digitais. O modelo de custódia do Morgan Stanley Bitcoin Trust envolve a movimentação ocasional de uma parte do Bitcoin para hot wallets (armazenamento online) com o objetivo de facilitar a criação e o resgate de cotas do ETF.
Essa estratégia visa equilibrar a segurança do armazenamento offline com a necessidade de liquidez para as operações do fundo.
Entradas em ETFs de Bitcoin
O movimento da Morgan Stanley no mercado de cripto ocorre em um momento de mudanças no setor. Recentemente, os fluxos de entrada em ETFs de Bitcoin à vista se intensificaram, com US$ 322 milhões em entradas registradas na terça-feira, compensando saídas de fundos concorrentes como BlackRock, Fidelity e Grayscale.
Esse aumento totaliza US$ 683,3 milhões nesta semana, após uma semana anterior com entradas de US$ 787,3 milhões, representando a primeira semana positiva em um período de cinco semanas de saídas que totalizaram quase US$ 4 bilhões. Essa inversão de fluxo sugere um crescente interesse institucional no Bitcoin.
Apresentação da Morgan Stanley no Mercado Cripto
O lançamento do ETF de Bitcoin pela Morgan Stanley representa um marco importante, consolidando a presença da empresa no setor de criptomoedas. Segundo Jeff Park, consultor da Bitwise, a iniciativa beneficiará a Morgan Stanley, mesmo que o desempenho do novo ETF não se compare ao de fundos líderes como o iShares Bitcoin Trust da BlackRock.
A empresa busca expandir sua atuação, explorando oportunidades em ativos tokenizados e atraindo talentos especializados na área.
A entrada da Morgan Stanley no mercado de criptomoedas também é vista como um sinal positivo para o setor como um todo, indicando um potencial de mercado ainda não totalmente explorado e abrindo portas para a conquista de novos clientes. A empresa acredita que há um interesse significativo e ainda não atendido no mercado de ativos digitais.
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