Logo ZéNewsAi
Logo ZéNewsAi
  • Home
  • Entretenimento
  • Política
  • Brasil
  • Internacional
  • Economia
  • Futebol
  • Games
  • Notícias

  • Home
  • Sobre
  • Últimas Notícias
  • Contato
  • Política de Privacidade

Copyright © 2025 ZéNewsAi - Todos os direitos reservados.

  1. Home
  2. Política
  3. Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra ocupa a sede do Incra em Recife (PE), reivindicando avanços na reforma agrária para 16 mil famílias em situação de acampamento

Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra ocupa a sede do Incra em Recife (PE), reivindicando avanços na reforma agrária para 16 mil famílias em situação de acampamento

A organização denuncia a falta de avanços nas políticas de democratização do acesso à terra e exige avanços concretos nas próximas semanas.

Por: Redação ZéNewsAi

23/07/2025 1:05

5 min de leitura

(Imagem de reprodução da internet).

Na terça-feira (22), mais de mil agricultores e agricultoras associados ao Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) ocuparam a sede da superintendência regional do Instituto Nacional de Reforma Agrária (Incra) no Recife. Eles exigem ao Governo Federal avanços nas políticas de reforma agrária. Ações desse tipo ocorrem em todo o Brasil, em uma campanha denominada Semana Camponesa.

Lula, onde está a Reforma Agrária?

O governo pertence a nós, mas necessita progredir, declaram os líderes do MST ao defenderem a importância da reforma agrária.

Leia também:

Flávio Bolsonaro Desafia Direita e Apresenta Proposta Radical para 2026

Flávio Bolsonaro Desafia Direita e Apresenta Proposta Radical para 2026

Tarcísio de Freitas e Republicanos: Aliança Estratégica em Construção para 2026!

Tarcísio de Freitas e Republicanos: Aliança Estratégica em Construção para 2026!

Toffoli Recebe Sólido Apoio de Motta em Caso Master: “Exagero” e Defesa Forte

Toffoli Recebe Sólido Apoio de Motta em Caso Master: “Exagero” e Defesa Forte

MST alega que, em Pernambuco, cerca de 16 mil famílias rurais acampadas ainda esperam pela regularização das terras e pelo reconhecimento como assentamentos. “Estamos com o presidente Lula, mas queremos que ele cumpra o compromisso que assumiu com o povo sem terra. Chega de brincar de reforma agrária!”, declarou Fernando Lourenço, liderança do MST na Zona da Mata pernambucana.

Além das milhares de famílias acampadas, o MST possui em Pernambuco aproximadamente 15 mil famílias assentadas, exigindo outras políticas públicas para a permanência do povo no campo. As reivindicações foram discutidas em reuniões realizadas nesta terça-feira (22), entre as lideranças do MST e o superintendente do Incra em Pernambuco, Givaldo Cavalcante; o superintendente do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) em Pernambuco, Caetano de Carli; e o presidente do Instituto de Terras e Reforma Agrária de Pernambuco (Iterpe), Cleodon Ricardo.

Em entrevista ao Brasil de Fato, o ativista Fernando Lourenço relata que, em reunião ocorrida pela manhã com o presidente do Iterpe, foi solicitado o assentamento de 2 mil famílias que habitam terras pertencentes a secretarias do Governo do Estado. “São acampamentos que existem há três ou cinco anos e que podem ser regularizados pelo Iterpe – basta a governadora [Raquel Lyra, do PSD] assinar”, afirma Lourenço.

Na reunião com o Incra e o MDA, na tarde do mesmo dia, foram solicitadas vistorias e reconhecimento de novos assentamentos em áreas ocupadas há 10, 15 ou 25 anos, o cadastramento de novas famílias no Programa Nacional de Reforma Agrária (PNRA) e a liberação de crédito do Programa de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), além da desapropriação de novas áreas para a criação de assentamentos. “Tem coisa que é promessa desde o início do governo”, reclama Lourenço. “O Incra nos disse que está sem orçamento, sem estrutura mínima, sem carros e funcionários para realizar as tarefas. Esperamos que isso se resolva e que eles agilizem”, diz o dirigente do MST, que prometeu retornar às regionais do Incra nas próximas semanas para cobrar avanços.

Uma representação do movimento está em Brasília (DF) e se reuniu com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva nesta terça-feira (22). O líder do movimento em Pernambuco, Jaime Amorim, faz parte do grupo que se encontra na capital federal. O movimento divulgou, pela manhã, uma carta pública exigindo que o presidente brasileiro cumpra os acordos estabelecidos com os agricultores sem-terra.

O Incra, órgão vinculado ao Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), executa o processo legal para a expropriação das terras que permanecem sob a titularidade de empresas em falência. Essas terras passam a ser da União, que então formaliza o reconhecimento das famílias como assentadas no âmbito da reforma agrária.

Com o reconhecimento como assentos, as comunidades necessitam da atuação dos órgãos públicos federal, estadual e municipal na implementação de políticas públicas de crédito e no fortalecimento da agricultura familiar, além de infraestrutura de saneamento e abastecimento de água, escolas, postos de saúde, presença das forças de segurança e atuação na resolução de conflitos agrários.

A mobilização nacional ocorre sob o lema “Para o Brasil alimentar, reforma agrária já!”. As demandas estão organizadas em quatro eixos prioritários: democratização da terra com a criação de novos assentamentos; a garantia de moradia e crédito por meio de políticas públicas que incentivem o desenvolvimento dos assentamentos e a produção de alimentos; a ampliação das políticas de educação no campo, assegurando mais escolas em áreas rurais; e o reconhecimento da reforma agrária como política fundamental na defesa da soberania nacional.

Lentamente, quase sem movimento.

O MST questiona a demora nas políticas de reforma agrária durante o 3º mandato de Lula, considerando “muito baixo” o número de famílias beneficiadas por novos lotes de terra desapropriadas pelo Governo Federal, desde janeiro de 2023. A gestão rebate a crítica, afirmando ter assentado aproximadamente 97,2 mil famílias entre 2023 e 2024.

A discrepância ocorre devido ao cálculo do MDA, que considera as 38,9 mil famílias “regularizadas” (40% do total), aquelas que já ocupavam terras, por vezes há décadas, mas em um local ainda não era considerado assentamento pelo Incra; e também leva em consideração as 33,8 mil famílias “reconhecidas” (34,5% do total), já também ocupantes de lotes estabelecidos, mas que não eram formalmente reconhecidas como beneficiárias do Programa Nacional de Reforma Agrária (PNRA), política que garante o acesso a crédito e benefícios.

Segundo informações do próprio MDA, foram atendidas apenas 5.835 famílias com os novos lotes de terra adquiridos pelo governo entre 2023 e 2024. Este é o número utilizado na cobrança do MST. A cifra representa apenas 6% dos beneficiários divulgados pelo ministério liderado por Paulo Teixeira (PT). O movimento estima que no Brasil existem aproximadamente 100 mil famílias rurais sem terra, sendo 65 mil delas associadas ao MST.

Fonte por: Brasil de Fato

Compartilhe este conteúdo:

Logo FacebookLogo LinkedinLogo WhatsappLogo Twitter
assentamentoMSTprograma nacional reforma agráriareforma agrária
Foto do Redação ZéNewsAi

Autor(a):

Redação ZéNewsAi

Aqui no ZéNewsAi, nossas notícias são escritas pelo José News! 🤖💖 Nós nos esforçamos para trazer informações legais e confiáveis, mas sempre vale a pena dar uma conferida em outras fontes também, tá? Obrigado por visitar a gente, você é 10/10! 😊 Com carinho, equipe ZéNewsAi 📰 (P.S.: Se encontrar algo estranho, pode nos avisar! Adoramos feedbacks fofinhos! 💌)

Imagem do post

Mundo

Rússia e China vetam ONU sobre Estreito de Ormuz; o que isso significa para o petróleo?

07/04/2026 14:37 | 1 min de leitura

● Jovem confessa assassinato em Minas Gerais por vingança de 10 anos; detalhes chocantes!

07/04/2026 13:49 | 2 min de leitura

● Senado aprova autonomia penal: o que muda para estados e DF? Entenda!

07/04/2026 14:38 | 3 min de leitura

● Cansaço nas redes e no corpo: o que os sinais de alerta escondem? Saiba mais!

07/04/2026 13:54 | 2 min de leitura

● Casa Branca nega ameaça nuclear ao Irã após falas de JD Vance e Trump? Entenda!

07/04/2026 14:09 | 2 min de leitura

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ative nossas Notificações

Ative nossas Notificações

Fique por dentro das últimas notícias em tempo real!