Mulheres que Codam Impulsiona Parcerias e Inovação na Expo Favela 2026

Mulheres que Codam revoluciona Expo Favela 2026! 🚀
Iniciativa capacita mulheres de favelas em programação e blockchain.
Parceria com Mynt e PAXGD visa democratizar o acesso à tecnologia.
Descubra como o projeto transforma realidades e impulsiona a inclusão digital!

2 min de leitura

(Imagem de reprodução da internet).

Mulheres que Codam Fortalece Parcerias na Expo Favela 2026

O programa Mulheres que Codam participará da Expo Favela 2026, que acontecerá entre os dias 27 e 29 de março no Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro. O evento é uma oportunidade para a iniciativa apresentar seu modelo de capacitação e buscar novas parcerias, com foco na formação de mulheres de favelas e comunidades periféricas para atuação no mercado de tecnologia.

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Foco em Programação e Tecnologias Emergentes

O programa oferece cursos em áreas como programação, blockchain e outras tecnologias emergentes, além de desenvolver habilidades comportamentais e oferecer suporte para a inserção profissional. A proposta visa democratizar o acesso à tecnologia, reconhecendo a crescente demanda por profissionais qualificados no setor, especialmente em regiões periféricas.

Parceria Estratégica com Mynt e PAXG

Durante a Expo Favela, o projeto terá um estande dedicado para apresentar suas atividades e oportunidades de colaboração. A iniciativa busca aproximar-se de empresas e investidores interessados em projetos que combinam impacto social e desenvolvimento econômico.

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Além disso, o programa explora o uso de tecnologia blockchain para captação de recursos, com doações realizadas através da rede Stellar, visando aumentar a transparência e a rastreabilidade dos fundos.

A fundadora do Instituto Florescer Caldeira, Alessandra Caldeira, ressalta a importância do evento: “Nosso objetivo é preparar mulheres para ocupar um mercado que ainda é pouco acessível para elas, especialmente quando falamos de periferias. Estar no Expo Favela é uma oportunidade de mostrar que já existem caminhos concretos para transformar essa realidade”.

Impacto Social e Inclusão Digital

O Mulheres que Codam busca contribuir para reduzir a lacuna de profissionais no setor de tecnologia, ao mesmo tempo em que promove inclusão e diversidade no acesso às oportunidades digitais. A organização acredita que a combinação de educação tecnológica, inclusão produtiva e acesso a novas economias digitais pode gerar um impacto social significativo.

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A participação na Expo Favela representa um momento de expansão do programa, com foco na construção de novas parcerias e no fortalecimento de sua atuação em regiões historicamente sub-representadas. O projeto visa ampliar o alcance de suas atividades e consolidar-se como uma plataforma de impacto social.

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