Alerta sobre asteroide 2024 YR4 esfumaça! NASA e ESA descartam impacto com a Lua após novas análises com o James Webb. Risco de colisão com a Terra em 2032 era improvável. Descubra os detalhes!
Novas análises do asteroide 2024 YR4, que por um tempo foi considerado um dos objetos mais perigosos a serem monitorados, revelaram que não há risco de colisão com a Lua. A informação foi divulgada pela NASA e pela Agência Espacial Europeia (ESA), que utilizaram dados recentes obtidos com o Telescópio Espacial James Webb (JWST) para confirmar o resultado.
Inicialmente, cálculos preliminares em dezembro de 2024 apontavam uma pequena chance de o asteroide colidir com a Terra em 22 de dezembro de 2032. No entanto, observações posteriores, realizadas com telescópios terrestres e espaciais, demonstraram que essa possibilidade era improvável.
Em junho do ano passado, novas análises levantaram uma preocupação: uma chance de 4,3% de impacto com a Lua, o que motivou novas investigações.
Para reduzir as incertezas, uma equipe de astrônomos utilizou o Telescópio Espacial James Webb, um instrumento capaz de detectar objetos muito fracos no espaço. Os astrônomos Andy Rivkin, do Laboratório de Física Aplicada da Universidade Johns Hopkins, e Julien de Wit, do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), conseguiram duas janelas de observação do asteroide com o Webb, nos dias 18 e 26 de fevereiro.
As medições permitiram refinar a posição e a órbita do objeto.
Os novos cálculos indicam que o asteroide passará a cerca de 22.900 quilômetros da Lua, uma distância considerada próxima em termos astronômicos, mas que garante a ausência de impacto. O objeto possui cerca de 60 metros de diâmetro, tamanho comparável ao de um prédio.
Detectá-lo foi um desafio, pois o asteroide apareceu extremamente fraco nas imagens do telescópio, refletindo uma quantidade de luz comparável à de uma pequena amêndoa vista à distância da Lua. Para registrar o objeto, os pesquisadores precisaram adaptar os instrumentos do James Webb, normalmente usados para observar distantes e exoplanetas.
O asteroide se move rapidamente em relação às estrelas de fundo, o que exigiu técnicas específicas de rastreamento. As observações estavam limitadas a janelas curtas de cerca de cinco horas, quando o objeto ficava brilhante o suficiente para ser detectado e dentro do campo de visão permitido do telescópio.
Apesar das dificuldades, os dados coletados permitiram determinar a sua órbita com grande precisão e reduzir as incertezas sobre sua trajetória. O monitoramento de rochas espaciais é um passo essencial para avaliar possíveis riscos no futuro.
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