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Nova tarifa incide sobre produtos de café, carne e frutas, impactando 36% das exportações para os EUA

Executivo analisa ‘situação crítica’ e avalia ações para salvaguardar negócios e postos de trabalho.

Por: Redação ZéNewsAi

31/07/2025 17:30

5 min de leitura

(Imagem de reprodução da internet).

A medida, formalizada pelo presidente Donald Trump na quarta-feira (30), deverá impactar aproximadamente 36% das exportações brasileiras para os Estados Unidos. O dado foi divulgado nesta quinta-feira (31) pelo vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB), que também é ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. O cálculo já considera a lista 694 de exceções divulgada pelo governo americano, que estabelece sobretaxas no comércio com o Brasil.

Foram retirados do rodízio itens como aço, suco de laranja e aviões. Já a importação de café, carnes, frutas, calçados, roupas e móveis brasileiros por empresas americanas passará a ser tributada em 50% a partir de 6 de agosto.

A taxação, na prática, eleva o preço de produtos brasileiros no mercado dos Estados Unidos, o que pode diminuir a procura de consumidores por esses produtos, impactando a produção nacional, a saúde financeira de empresas e os empregos gerados no Brasil.

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O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, declarou nesta quinta-feira que existem “casos dramáticos” de impactos da tarifação no Brasil. Segundo ele, o governo continua tentando negociar com os EUA a reversão total da medida anunciada por Trump como retaliação ao Brasil devido aos processos judiciais contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), acusado de tentar dar um golpe após perder a eleição.

“Há muita injustiça nas medidas anunciadas”, disse o ministro. “Há casos que são dramáticos, que deveriam ser considerados imediatamente”. Até agora, os EUA não deram indicação de que o tarifário será revisto, mas o Tesouro americano procurou o Ministério da Fazenda brasileiro para uma reunião sobre o assunto, informou Haddad.

Weslley Cantelmo, economista e presidente do Instituto Economias e Planejamento, afirmou que as exceções abertas por Trump na quarta-feira já minimizaram de forma considerável os impactos da tarifação no Brasil. Contudo, ele ressaltou que os problemas existem e vão precisar ser tratados por políticas do governo brasileiro.

O café, que é um dos principais produtos da nossa pauta de exportação para os EUA, pode ser direcionado para outros países. Contudo, é preciso abrir esses mercados.

O economista recordou que, no dia em que Trump implementou a taxação do grão brasileiro, a Embaixada da China no Brasil divulgou que, entre 2020 e 2024, as importações chinesas de café da China aumentaram 65,7% ao ano. O país asiático, que já é o maior parceiro comercial do Brasil, pode ser um dos novos destinos para o café brasileiro, na visão de Cantelmo.

De acordo com Cantelmo, a busca por mercados internacionais distintos dos Estados Unidos, levando em conta as vendas em dólar de produtos brasileiros, representaria um benefício para a economia do país.

Propôs-se, inclusive, à compra de produtos agrícolas pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), assegurando preços mínimos aos produtores, e disponibilização de linhas de crédito para setores impactados, visando impulsionar as empresas.

Para Cantelmo, o mercado brasileiro também será essencial para mitigar os prejuízos às empresas nacionais impactadas por Trump. De acordo com o economista, em certas situações, a incorporação da produção pelo próprio comércio brasileiro será uma medida descomplicada.

Ele declarou que, no setor de calçados e têxteis, a realocação interna seria viável, considerando que não se trata de um volume tão grande. Assim, seria possível contornar essa tarifação.

O governo ainda não divulgou seu plano de auxílio aos setores afetados.

José Luis Oreiro, economista e professor da Universidade de Brasília (UnB), enfrenta desafios significativos para os setores de carnes, peixes e frutas com a tarifa.

Em relação às carnes, Oreiro apontou que elas constituem uma parcela significativa da pauta de exportação do Brasil para os Estados Unidos. Ele destacou que os americanos têm a capacidade de adquirir carnes de outros mercados. Não é viável direcionar integralmente a carne brasileira para outros países devido a questões sanitárias.

Oreiro também prevê um “baque” para os produtores brasileiros de frutas do Vale do São Francisco. Frutas tropicais não são um tipo de produto essencial ou de difícil substituição pelo consumidor. Assim, seria difícil um estadunidense aceitar pagar mais caro por uma manga brasileira e manter seu consumo mesmo após a tarifação.

O economista destacou que o Brasil possui ferramentas para auxiliar os produtores no momento mais delicado. Já implementou isso durante a pandemia, no setor de eventos, por exemplo. “O governo repassou uma parcela dos salários dos trabalhadores para que eles permanecessem ativos”.

A Associação Brasileira de Indústrias de Pescado (Abipesca) já solicitou ao governo a criação de uma linha emergencial de crédito direcionada às indústrias exportadoras de pescado devido à taxação. Os Estados Unidos compram aproximadamente 70% do pescado exportado pelo Brasil.

A Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec) afirmou que a taxa de tarifa elevará a tributação da exportação de carne brasileira para os EUA para 76%, o que tornaria inviável o comércio com o país. A entidade requer que o governo continue negociando com os EUA a revisão da alíquota dos produtos nacionais.

A Associação Brasileira dos Produtores e Exportadores de Frutas e Derivados (Abrafrutas) também defende a negociação. De acordo com a associação, em 2024, o valor exportado de frutas brasileiras para os EUA atingiu US$ 148,3 milhões.

Fonte por: Brasil de Fato

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Foto do Redação ZéNewsAi

Autor(a):

Redação ZéNewsAi

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