Brasil registra 724 mil acidentes de trabalho em 2024! NR-1 se torna crucial para gestão de riscos. Estudo aponta: 74% são típicos, 25% em trajetos. Apenas 1% são doenças ocupacionais. Descubra como garantir a segurança e o sucesso da sua empresa!
Em 2026, a Norma Regulamentadora 1 (NR-1) se torna um ponto central na gestão de riscos no trabalho. Dados do Ministério do Trabalho indicam um cenário preocupante: o Brasil registrou 724.228 acidentes em 2024, com a maioria (74,3%) sendo considerada de natureza típica e 24,6% relacionados a trajetos.
Apenas 1% dos acidentes foram diretamente ligados a doenças ocupacionais, evidenciando a dificuldade histórica de identificar e tratar problemas de saúde relacionados ao ambiente de trabalho.
Apesar da importância da NR-1, especialistas apontam que a distância entre a norma e a prática é um obstáculo comum. Muitas organizações conhecem os requisitos da NR-1, mas enfrentam dificuldades na aplicação diária. A norma não oferece um roteiro fixo, mas define etapas obrigatórias, como a identificação de riscos, a avaliação de riscos psicossociais, a elaboração de planos de ação, a definição de indicadores e o monitoramento contínuo.
Um dos pontos críticos é a confusão entre a avaliação psicossocial individual e a avaliação de risco psicossocial organizacional, exigida pela NR-1. Essa distinção é fundamental para uma análise precisa dos riscos no ambiente de trabalho. Mudanças internas, como trocas de liderança ou reorganizações, exigem uma revisão imediata da análise de riscos.
Outro problema recorrente é a qualidade do diagnóstico. Mapas genéricos podem gerar leituras imprecisas, levando a políticas amplas que não refletem a realidade de cada área. Um diagnóstico estruturado direciona ações para pontos específicos, otimiza o uso de recursos e ajuda a definir prioridades.
A NR-1 exige que os riscos não sejam tratados de forma homogênea. Cada área da empresa possui dinâmicas próprias, o que exige respostas distintas e adaptadas ao contexto real de trabalho. A gestão de riscos psicossociais, quando bem conduzida, deixa de ser apenas uma obrigação e se torna um elemento estratégico para o negócio.
Um estudo da Universidade de Oxford, que analisou mais de um milhão de trabalhadores em 1.782 empresas, revelou uma correlação entre bem-estar e desempenho financeiro. Empresas com melhores indicadores de bem-estar apresentaram um retorno sobre ativos 12% maior, uma valorização de mercado de 8% a 10% superior e um retorno acionário até 7% acima da média.
Os resultados indicam que o aumento do bem-estar ocorreu antes da melhora dos resultados financeiros.
A aplicação da NR-1 depende de três pilares fundamentais: um diagnóstico consistente, uma gestão contínua e um monitoramento constante. Isso envolve a avaliação de riscos psicossociais, utilizando instrumentos validados e analisando indicadores internos.
Os dados devem ser transformados em planos de ação, com priorização, acompanhamento e revisões periódicas. A gestão não pode ser pontual, exigindo método e ferramentas adequadas.
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