O INSS cita a AGU que identificou “quadrilha” e informou que 12 entidades atuavam como núcleo de fraude

O procurador-geral da República, Jorge Messias, afirmou que a Advocacia-Geral da União possuía um grupo para obter recursos não autorizados de servidores públicos aposentados e pensionistas.

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(Imagem de reprodução da internet).

O ministro da Advocacia Geral da União (AGU), Jorge Messias, afirmou na terça-feira (20) que as 12 entidades associativas com bloqueio de bens constituem o “núcleo da fraude” na investigação que apura o desconto não autorizado no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

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O ministro afirmou em entrevista ao programa Bom Dia que inicialmente solicitamos um bloqueio de R$2,56 bilhões referente ao volume de descontos relacionados a 12 entidades, que classificamos como o núcleo da fraude.

Messias também afirmou que, nos últimos seis anos, foi montada uma quadrilha no INSS que tinha um único propósito: prejudicar os aposentados e pensionistas.

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As doze entidades foram alvo dos bloqueios pelos seguintes motivos:

O ministro informou que a AGU já detém R$1 bilhão em bens bloqueados. Adicionalmente, foram solicitados R$2,7 bilhões, que se encontram em processo de bloqueio, em espera pelas decisões judiciais.

Declarou que o objetivo central, através do esforço contínuo dos nossos procuradores, é assegurar que cada centavo destinado com o dinheiro dos contribuintes seja totalmente restituído por aqueles que prejudicaram os aposentados e pensionistas.

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A Operação Desconto, conduzida pela Polícia Federal e pela Controladoria-Geral da União, em abril, apurou que sindicatos e entidades associativas arrecadaram indevidamente cerca de R$ 6,3 bilhões entre 2019 e 2024 de aposentados e pensionistas.

Sob a supervisão de Mayara da Paz.

Fonte: CNN Brasil

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