Ministros da Primeira Turma estabeleceram pena de 16 anos para Nelson Fonseca Júnior, em decorrência de seis crimes cometidos durante o dia 8 de Janeiro…
A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal condenou o empresário Nelson Ribeiro Fonseca Júnior a 17 anos de prisão por ter furtado uma bola autografada pelo jogador Neymar durante a invasão ao Congresso Nacional, ocorrida em 8 de janeiro de 2023. A decisão foi proferida na segunda-feira (30 de junho de 2025), com a maioria dos ministros seguindo o voto do relator, Alexandre de Moraes.
Nelson foi considerado culpado por seis crimes: golpe de Estado, a abolição violenta do Estado Democrático de Direito, dano qualificado, furto qualificado, associação criminosa armada e deterioração de patrimônio tombado. Esta é a íntegra da decisão (PDF – 121 kB).
O condenado participou das ações praticadas por defensores do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) após as eleições presidenciais de 2022. Além da pena de reclusão, ele também deverá pagar uma indenização de R$ 30 milhões por danos morais coletivos.
Nelson, morador de Sorocaba (SP), furtou a bola autografada por Neymar e compareceu à polícia local 30 dias depois para devolvê-la. De acordo com sua defesa, o empresário teria encontrado o item esportivo no chão, sem proteção, dentro do Congresso, e o recolhido para protegê-lo e devolvê-lo posteriormente.
Dos ministros presentes no julgamento, apenas Cristiano Zanin e Luiz divergiram do voto do relator do processo. Zanin votou por 15 anos de prisão, enquanto Fux defendeu 11 anos e 6 meses de reclusão.
Nelson Ribeiro Fonseca Júnior é um dos mais de 500 condenados pelos atos de 8 de janeiro de 2023.
Em 8 de janeiro de 2023, grupos invadiram o Congresso Nacional após ultrapassar barreiras de proteção montadas pelas forças de segurança do Distrito Federal e da Força Nacional.
Lá, eles entraram no Salão Verde da Câmara dos Deputados, área que dá acesso ao plenário da Casa. Equipamentos de votação no plenário foram vandalizados. Eles também usaram o tapete do Senado como escorrega.
Em seguida, dirigiram-se ao Palácio do Planalto e depredaram diversas salas na sede do Poder Executivo. Por fim, invadiram o STF.
Vitrines da fachada foram quebradas e o plenário da Corte foi invadido, com a remoção de cadeiras do chão e do Brasão da República, que estava fixado na parede do plenário. A estátua “A Justiça”, obra de Alfredo Ceschiatti de 1961, e a porta do gabinete do ministro Alexandre de Moraes também foram pichadas.
Fonte por: Poder 360
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