Operação Anúbis: Revelações Chocantes da Perícia do IML Apontam para Morte e Desinfetante!

Operação Anúbis: Revelações chocantes! IML aponta uso de desinfetante e mortes repentinas no DF. Nova perícia expõe irregularidades e pode mudar o caso

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(Imagem de reprodução da internet).

Novos Detalhes Técnicos Revelados na Operação Anúbis

A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) divulgou novas informações técnicas sobre as mortes investigadas na “Operação Anúbis”. A diretora do Instituto de Medicina Legal (IML), Márcia Reis, detalhou os resultados da perícia, que apontam para a administração irregular de medicamentos controlados e até o uso de desinfetante em pacientes que faleceram no hospital de Taguatinga.

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A análise pericial, que cruzou dados dos prontuários médicos com imagens de câmeras de segurança e exames de sangue, revelou que as vítimas não apresentaram uma deterioração gradual, comum em casos graves de UTI. Em vez disso, observou-se um agravamento repentino da saúde.

“Houve uma piora súbita em momentos repetidos que culminaram na parada cardíaca”, explicou a diretora. A equipe pericial identificou que esses eventos ocorriam em momentos imediatamente após a intervenção dos suspeitos.

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Caso Impactante: Injeção de Desinfetante

Um dos casos mais graves, detalhado pelo IML, envolveu a injeção de um produto de limpeza na corrente sanguínea de uma vítima. Segundo a perita, “Houve a suposta aplicação de um desinfetante. Depois dessa aplicação, que ocorreu em mais de uma ocasião, o paciente acabou evoluindo para óbito”.

O incidente ocorreu no hospital Anchieta, em Taguatinga, no Distrito Federal. A perícia identificou que a aplicação do produto de limpeza foi repetida em diferentes momentos.

Conhecimento dos Protocolos e Conduta dos Suspeitos

Questionada sobre a possibilidade de as mortes terem sido acidentais, a diretora do IML afirmou que, por serem profissionais de saúde experientes em ambiente de terapia intensiva, os investigados tinham conhecimento dos protocolos rígidos e dos efeitos letais das substâncias administradas daquela forma.

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“Eles aplicaram de uma forma irregular, não controlada e inadequada. Com certeza sabiam dos efeitos potenciais dessa medicação”, pontuou. A polícia continua investigando se os suspeitos participavam ativamente das manobras de reanimação das vítimas, buscando determinar se essa conduta visava disfarçar a autoria dos crimes perante a equipe hospitalar.

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