Operação bilionária em contratos de petróleo antecipa fala à Ucrânia! Denúncias de traição chocam o mundo. Investigações pedem auditoria em corretoras
Uma operação de cerca de US$ 580 milhões em contratos futuros de petróleo, realizada em um curto espaço de tempo antes de uma mudança na política externa dos Estados Unidos, gerou fortes críticas e acusações de traição. O volume financeiro foi registrado entre as 6h49 e 6h50 da segunda-feira, 23, antecipando em 15 minutos uma declaração do presidente dos EUA, que visava estabelecer um diálogo com o Irã para buscar o fim da guerra no Oriente Médio.
A situação levantou sérias preocupações sobre o uso de informações confidenciais de segurança nacional para fins lucrativos.
O economista e Prêmio Nobel Paul Krugman classificou o episódio como uma traição, argumentando que a utilização de informações de segurança nacional para lucro privado em mercados de previsão compromete a estratégia do país. Krugman alertou que o acesso a planos militares, incluindo o bombardeio de infraestrutura civil, foi explorado financeiramente por agentes com conhecimento privilegiado.
A situação expõe uma vulnerabilidade estratégica, segundo a análise do economista.
Cerca de 6.220 contratos de petróleo mudaram de mãos no momento exato em que a pressão de venda dominou o volume negociado, conforme dados da Fortune e Yahoo Finance. A queda nos preços da commodity beneficiou diretamente aqueles que detinham posições vendidas, enquanto o mercado de ações apresentou uma alta súbita.
O analista de mercado de petróleo, Rory Johnston, destacou a dificuldade de ignorar o padrão de negociação, devido à precisão do intervalo temporal.
Políticos e órgãos reguladores estão pressionando por uma auditoria nas corretoras para identificar se os lucros obtidos beneficiaram indivíduos próximos ao círculo de decisão do governo. A exploração de segredos de Estado para fins financeiros cria uma vulnerabilidade estratégica, segundo a análise apresentada por Paul Krugman em seu Substack.
O economista defende que agentes estrangeiros podem deduzir planos de guerra dos EUA apenas monitorando oscilações anormais nos mercados de futuros de energia.
O governo iraniano negou qualquer negociação com Washington, classificando o anúncio de Trump como uma ferramenta de manipulação. Apesar da negativa de Teerã, o mercado de Treasuries dos EUA reagiu com queda nos rendimentos, sinalizando alívio inflacionário.
O rendimento do Tesouro de dez anos caiu para 4,35%, refletindo a esperança de investidores de que o Federal Reserve possa suavizar a política de juros com a queda do petróleo.
Ainda não se sabe se uma única entidade ou um grupo de investidores coordenados esteve por trás das ordens de venda em petróleo. A falta de regulamentação em plataformas de previsão, em comparação com as bolsas de valores tradicionais, intensifica as preocupações sobre a possibilidade de manipulação de mercado.
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