Operação Dark Trader: Esquema de Lavagem de Dinheiro e Ligações com o PCC Reveladas!

Operação Dark Trader: Máfia de lavagem de dinheiro com ligações ao PCCO e PCC é desmantelada! Milhões em dinheiro movimentados com esquema complexo. Saiba mais

12/02/2026 10:28

2 min

Operação Dark Trader: Esquema de Lavagem de Dinheiro e Ligações com o PCC Reveladas!
(Imagem de reprodução da internet).

Operação Dark Trader Desarticla Esquema de Lavagem de Dinheiro com Ligações ao PCC

O Ministério Público de São Paulo (MPSP) e a Polícia Civil iniciaram nesta quinta-feira, 12, a Operação Dark Trader, com o objetivo de desmantelar um esquema de lavagem de dinheiro associado ao comércio de eletrônicos. A operação também aponta para uma ligação com o Primeiro Comando da Capital (PCC).

A Secretaria da Segurança Pública (SSP) detalhou que a organização criminosa movimentou mais de um bilhão de reais em um curto período, utilizando uma complexa estrutura empresarial para esconder recursos.

Força-Tarefa e Investigações

A operação conta com a colaboração do Grupo de Atuação Especial de Persecução Patrimonial (Gaepp), do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic) e da Secretaria da Fazenda. Mandados de prisão e de busca foram cumpridos em São Paulo e Santa Catarina.

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A investigação busca identificar os responsáveis pelo esquema.

Estrutura e Operações do Esquema

Segundo as autoridades, a organização criminosa utilizava empresas de fachada como “contas de passagem” para direcionar pagamentos. Notas fiscais eram emitidas por terceiros, dificultando o rastreamento dos valores. Os investigadores descobriram que os recursos eram concentrados e, em seguida, pulverizados em contas de “laranjas”, o que criava uma discrepância entre o fluxo de caixa real e o patrimônio formal das empresas.

Sequestro de Bens e Ligações com o PCC

O MPSP obteve uma ordem judicial para o sequestro de bens e valores que podem ultrapassar o valor de um bilhão de reais. Entre os ativos bloqueados, estão imóveis de alto padrão, veículos de luxo e diversas contas bancárias. A pasta da Segurança Pública informou que o grupo utilizava pessoas com histórico criminal ligado a facções para atuar como sócios de fachada e beneficiários de patrimônio elevado, buscando proteger seus bens e dificultar a responsabilização.

Investigação em Andamento

A investigação aponta que o líder do esquema coordenava o envio de valores para empresas fictícias e a emissão de notas fiscais frias, com o apoio de contadores. A complexidade do esquema visava fraudar o fisco, credores e o sistema de Justiça. Os crimes fiscais identificados serão comunicados aos órgãos competentes para as devidas providências.

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