Operação Expõe Esquema de Fraudes no Judiciário Goiano: Lula e Moro em Alvo?

Operação expõe esquema de fraudes no Judiciário goiano! Mandados falsos de Lula e Alexandre de Moraes investigados. A Polícia Civil desmantela trama complexa com adulterações no BNMP e PROJUDI

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(Imagem de reprodução da internet).

Operação Desmantela Esquema de Fraudes no Judiciário Goiano

A Polícia Civil de Goiás iniciou, na manhã de quinta-feira, 5, uma operação complexa com o objetivo de desmantelar um esquema de fraudes que visava inserir mandados de prisão falsos nos sistemas do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e do Poder Judiciário estadual.

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A investigação aponta para o uso de nomes de figuras importantes, incluindo o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o ministro Alexandre de Moraes do Supremo Tribunal Federal (STF), como parte da trama.

A operação foi coordenada pela Delegacia Estadual de Repressão a Crimes Cibernéticos (DERCC) de Goiás, com apoio crucial do Núcleo de Inteligência do Tribunal de Justiça de Goiás e da Polícia Civil de Minas Gerais. A Polícia Civil do Distrito Federal também ofereceu suporte operacional.

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As investigações estão focadas em adulterações nos dados do Banco Nacional de Medidas Penais e Prisões (BNMP) e em processos digitais do PROJUDI do Tribunal de Justiça de Goiás (TJ-GO), com a identificação de documentos fraudulentos que simulavam decisões judiciais.

A descoberta ocorreu após o CNJ ter detectado alterações indevidas nos dados do BNMP em janeiro deste ano. A tentativa de expedição de um mandado de prisão contra Lula e Moraes foi um dos pontos centrais da investigação. O caso se insere em um contexto já conhecido, marcado por invasões hacker nos sistemas do CNJ, como a ocorrida em 2024, quando o hacker Walter Delgatti Neto, agindo sob as ordens da então deputada Carla Zambelli (PL-SP), emitiu um mandado de prisão falso contra o ministro Alexandre de Moraes, assinado pelo próprio magistrado.

Os dois indivíduos foram posteriormente condenados pelo Supremo Tribunal Federal pelo ocorrido. A operação em andamento busca esclarecer a extensão do esquema e identificar todos os envolvidos, além de garantir a segurança dos sistemas judiciais contra futuras tentativas de fraude.

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