Operação Heavy Pen mira distribuição irregular de medicamentos caneta! PF e Anvisa apreendem milhares de itens em vários estados. Saiba mais!
A Polícia Federal, em colaboração com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), deflagrou nesta terça-feira, dia 7, a Operação Heavy Pen. O objetivo da ação é combater a cadeia de distribuição irregular de medicamentos tipo caneta.
Paralelamente, a Anvisa lançou um conjunto de medidas visando proteger os pacientes que utilizam esses dispositivos.
Atualmente, estão sendo executados 45 mandados de busca e apreensão, além de 24 ações de fiscalização. Essas operações abrangem diversos estados, como Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraná, Roraima, Rio Grande do Norte, São Paulo, Sergipe e Santa Catarina.
Dados fornecidos pela PF indicam um crescimento expressivo nas apreensões de medicamentos emagrecedores ao longo dos anos. Houve um salto significativo, passando de 609 unidades em 2024 para impressionantes 60.787 unidades em 2025.
Este aumento representa um crescimento de quase 9.900%. Somente nos três primeiros meses de 2026, foram apreendidas 54.577 unidades, evidenciando a dimensão do problema de mercado.
As novas medidas da Anvisa concentram-se em combater a produção e importação clandestina de insumos e medicamentos. Um foco central é também fiscalizar a publicidade irregular desses produtos.
“A questão do controle de qualidade permeia toda a nossa fala, acho que esse é o foco mais importante que é trazer produtos seguros e com garantia de qualidade e eficácia para a população brasileira”, afirmou Leandro Safatle, diretor-presidente da Anvisa, durante o anúncio do plano.
O plano de ação da Anvisa está estruturado em vários eixos, cobrindo desde a revisão de normas técnicas até a comunicação direta com a população.
No primeiro eixo, a agência propõe revisar a nota técnica sobre procedimentos de importação, manipulação e controle sanitário de insumos farmacêuticos para canetas. Além disso, haverá revisão das boas práticas para manipulação de preparações magistrais e oficinais em farmácias.
O segundo eixo foca na intensificação das ações de fiscalização, direcionando esforços a importadoras, farmácias de manipulação e clínicas. Inclui também a busca ativa por eventos adversos ligados a medicamentos manipulados, com atenção especial a serviços de emergência e hospitais.
O terceiro eixo trata da criação de um grupo de trabalho e de um acordo de cooperação com entidades médicas. Serão realizados treinamentos com o Sistema Nacional de Vigilância Sanitária (SNVS) e haverá envolvimento de agências reguladoras internacionais.
Outros pontos incluem a priorização da análise de exigências em petições de registro e a harmonização do uso de guias técnicos de referência. A comunicação com a sociedade será reforçada com um plano em linguagem simples, alertando sobre riscos do uso indiscriminado e produtos irregulares.
Por fim, o sexto e último eixo estabelece a criação de um grupo de trabalho interno na Anvisa. Este grupo será responsável por monitorar o cumprimento de todas as medidas propostas, garantindo a efetividade de todo o plano de ação perante a saúde pública brasileira.
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